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5 de jun. de 2013

CUIDADO BRASIL - Volta do PSDB ao poder poderia gerar convulsão social no país


Por Eduardo Guimarães
Se o bombardeio midiático de saturação contra o governo Dilma obtiver êxito e conseguir eleger um tucano como presidente no ano que vem, pode-se prever grandes mudanças na política econômica do país. Mudanças que podem ser desastrosas.

20 de mai. de 2013

Apareceu proposta do PSDB ao país: arrochar o salário-mínimo



Por Eduardo Guimarães
Quem se informou sobre a convenção do PSDB que ocorreu no último sábado e que elegeu Aécio Neves seu presidente pode pensar que a única proposta da agremiação para o Brasil resume-se à definição do jornalista Elio Gaspari (colunista de O Globo e Folha de São Paulo) sobre a estratégia eleitoral do partido, que acha que se seus eleitores ficarem com duas vezes mais raiva do PT os candidatos tucanos terão o dobro de votos.

13 de ago. de 2012

Não há Poder da República que sequer cogite enfrentar a mídia

Veja aqui o que o Partido da Imprensa Golpista (PIG- Partido da Imprensa Golpista) não mostra!



Por Eduardo Guimarães
Passei a manhã e o início da tarde de segunda-feira mergulhado em telefonemas para jornalistas e políticos de Brasília sondando as possibilidades de a CPI do Cachoeira vir a aprovar o requerimento do deputado federal petista do Paraná Doutor Rosinha para convocar o diretor da sucursal de Brasília da revista Veja, Policarpo Júnior.
Motivos para essa convocação, não faltam. Se até o último fim de semana havia ainda algum tipo de desculpa para ela não ocorrer, matéria do repórter da revista Carta Capital Leandro Fortes esgotou a questão. Escutas da Operação Vegas mostram Policarpo até encomendando escuta ilegal de um deputado federal ao bicheiro Carlos Cachoeira.
A Operação Vegas, acima da Operação Monte Carlo, contém PROVAS materiais de que havia uma relação de cumplicidade entre a revista e o bicheiro e torna obrigatória, ao menos em tese, uma ampla investigação sobre o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, por ter engavetado a investigação.
A CPI do Cachoeira e o próprio Congresso Nacional, portanto, têm TODOS os elementos para colocarem ao menos Veja e o PGR no paredão.  Todavia, os políticos e jornalistas com os quais conversei consideram praticamente nula a possibilidade de alguma providência vir a ser tomada contra aquele órgão de imprensa ou contra o chefe do Ministério Público.
Em primeiro lugar porque, ao menos em relação à Veja, fui informado de que, em Brasília, até os postes de luz sabem que o principal executivo da Revista, Fabio Barbosa, e o diretor da Globo José Roberto Marinho foram ao Palácio do Jaburu, residência oficial do vice-presidente, Michel Temer, e firmaram um pacto de não agressão entre a mídia e o governo Dilma.
Entre os partidos políticos, a situação não é muito diferente. Do PSOL ao DEM, passando por PT, PMDB e todo o resto, nenhum partido tem a menor intenção, enquanto agremiação partidária, de desafiar a associação midiática composta, essencialmente, por Globo, Folha, Veja e Estadão.
Se os Poderes Executivo e Legislativo não estão dispostos a tomar providências contra essa organização criminosa composta pela quadrilha de Carlos Cachoeira e  Veja que salta aos olhos – e aos ouvidos – na extinta Operação Vegas, com o Judiciário não é diferente. Basta ver como foi tratado o inquérito do mensalão.
Só para não me estender demais no caso: o inquérito deveria ter sido desmembrado e não deveria, de forma alguma, ir a julgamento exatamente durante as eleições. É um escândalo. Processos similares, como o mensalão do PSDB (envolvendo o ex-presidente do partido Eduardo Azeredo), foram praticamente acobertados pelo STF. Tudo porque a mídia quis.
Alguns dirão: mas o governo Dilma vai permitir que a mídia imole a era Lula e o PT? Resposta: vai. Dilma porque, passado o circo midiático sobre o julgamento, continuará perseguindo resultados sociais e econômicos e, melhorando a vida do povo, ele esquecerá tudo. E o PT porque cederá os anéis (os acusados no inquérito) e preservará os dedos graças à curta memória popular.
Sempre segundo as fontes ouvidas, Dilma não está nem aí para Lula ou para o PT. Ela, segundo dizem, é uma burocrata que não quer se envolver em política. Persegue números positivos para seu governo na economia e no social e ponto final. Não gosta de política e só quer deixar o cargo – seja em 2014, seja em 2018 – tendo o que mostrar em termos de realizações.
O pacto de não agressão entre o governo Dilma e a mídia fará com que não seja desencadeada campanha de destruição como a que foi desfechada contra Lula, que, segundo as fontes ouvidas, só foi alvo de tal campanha porque o ex-presidente questionou o poder midiático e o desobedeceu implementando políticas públicas que desaprovou.
Todavia, do ponto de vista da administração pública não houve nada, no governo Lula, que justificasse a campanha de destruição que a mídia desfechou contra si. Pelo contrário: os mais ricos ganharam muito dinheiro.
Quem acha que pode haver alguma alternativa mais à esquerda, esqueça. O PSOL, por exemplo, mantém alguma retórica de regulação da mídia, mas é um dos maiores beneficiários de sua atuação. Apesar de sua retórica esquerdista, a mídia não o ataca e ainda lhe oferece material para atacar o PT, no qual o PSOL pretende se converter um dia.
É doloroso dizer, meus companheiros, mas está tudo dominado. De oposição verdadeira ao capitalismo selvagem brasileiro e ao seu principal sustentáculo, a mídia hegemônica, não existe nada mais do que a blogosfera, alguns movimentos sociais e alguns poucos políticos idealistas como o Doutor Rosinha. Todos, porém, sem poder.
Enquanto a América Latina vai caminhando para a esquerda, o Brasil é o último grande sustentáculo do selvagem capitalismo de inspiração ianque na região. É o país em que ele é mais poderoso sobretudo por falta de forças políticas que lhe dêem combate real, ou seja, que combatam seu braço midiático, que o sustenta.
Sim, o governo Dilma poderá conseguir avanços sociais e econômicos relevantes, mas não promoverá qualquer tipo de avanço institucional duradouro. Tudo o que conseguir poderá ser desmontado por uma gestão posterior de direita. Sei que muitos ficarão incomodados com o que eu disse neste post, mas, tragicamente, essa é a verdade.

Sintonia Fina

20 de jul. de 2012

PIG ensaia abandonar mais outro “companheiro ferido” na estrada

Veja aqui o que o Partido da Imprensa Golpista (PIG- Partido da Imprensa Golpista) não mostra!



Por Eduardo Guimarães
Só para que não passe batido também esta. Você se lembra do que o PIG disse logo após a cassação de Demóstenes Torres? Vamos lá, puxe pela memória. Faz só uma semana… Lembrou-se? Vejamos: um se lembrou, dois se lembraram…
Ah, você, aí no fundo, não se lembra? Então vou lhe refrescar a memória. Segundo o Partido da Imprensa Golpista, a CPI do Cachoeira, com a cassação de Demóstenes, seria “esvaziada”.
O que está acontecendo, porém, desmente o PIG.  De novo.
Lembra-se de que esses “colonistas” (By PHA) disseram que Lula teria “errado a mão” quando engendrou a CPI do Cachoeira para “se vingar” de Marconi Perillo por ter dito publicamente, há alguns anos, que teria “avisado” o ex-presidente sobre o “mensalão”?
Lembra-se, leitor, de quando o PIG disse que a CPI que Lula teria engendrado para “se vingar” havia se tornado um “bumerangue” que se voltaria contra ele mesmo, seu partido e até contra o governo Dilma?
Lembra-se, leitor, de quando o PIG disse que havia muito mais indícios contra Agnelo Queiroz do que contra Perillo?
O fato é que a situação do governador de Goiás se agravou muito, da cassação de Demóstenes para cá. E se agravou exatamente na CPI que o PIG dizia que seria “esvaziada”. Apesar do recesso parlamentar, porém, os trabalhos continuaram e já flagraram contradições graves de Perillo.
Como foi dito aqui, tudo o que os depoentes disserem na CPI poderá ser usado contra eles.
Alguns se preservam e se valem do direito constitucional de não produzirem provas contra si, mas os governadores de Brasília e Goiás, entre outros, não puderam se valer desse estratagema porque foram convidados a depor como “testemunhas”.
Quando o PIG e o PSDB desandaram a defender Perillo após seu depoimento à CPI, foi dito aqui que seu depoimento fora ruim, evasivo, e que as absolvições in limine que estava recebendo eram vãs porque ele seria confrontado, mais adiante, com as próprias palavras.
É o que está acontecendo. A CPI já fala em “reconvocar” o governador de Goiás, o que está produzindo um fenômeno inédito: o núcleo duro da mídia tucana, assim como fez com Demóstenes (quando não teve mais jeito), agora ameaça abandonar Perillo.
Jornalistas da Veja e da Globo que só sabem atacar o PT, de repente começam a clamar que o PSDB pare de defender Perillo e até que o expulse, caso contrário o partido cairia “na mesma vala que o PT”.
É piada, não? Segundo a Justiça Eleitoral quem está na vala não é o PT, mas o DEM e o PSDB, dois dos partidos com maior índice de cassação de mandatos por corrupção dos que elegem. Muito acima, aliás, do PT, que ostentava, no último dado divulgado, a 10ª colocação.
Esses movimentos desses “colonistas”, assim, são uma péssima notícia para Perillo. Sua expulsão do PSDB significaria estar a dois passos da cassação de seu mandato de governador com as conseqüências todas que isso encerra, tal como perda de foro privilegiado.
Contudo, há um fator que embaralha todo o previsível. Note-se que esses jornalistas do PIG que já começam a pedir a cabeça de Perillo estão atacando o PSDB mais do que o normal, do que se depreende que o partido pode receber um baque logo, logo.
Uma possibilidade: Perillo fez voarem por aí ameaças de retaliação ao PSDB caso este o “abandonasse ferido na estrada”. E, à época, o partido afinou e cerrou fileiras em torno dele.
Outra possibilidade: o silêncio de Serra, que nem parece estar em campanha. A CPI do Cachoeira está cada dia mais perto dele. Perigosamente perto. E poucos sabem quão perto.
Neste momento, vale lembrar as palavras do filósofo tucano Paulo Preto: “Não se abandona um companheiro ferido na estrada”. Ele sabia do que estava falando. Só não se sabe se o PIG sabe o que ele sabe. Mas, se não souber, irá descobrir.

Sintonia Fina

19 de jul. de 2012

Por que a “ética” pregada para Toffoli não vale para Gilmar?

Veja aqui o que o Partido da Imprensa Golpista (PIG- Partido da Imprensa Golpista) não mostra!



Por Eduardo Guimarães

Vem aí mais um “campeão de audiência” da mídia, a intimidação do juiz do Supremo Tribunal Federal José Antônio Dias Toffoli. A artilharia prevista pretende fazê-lo desistir de decisão que, segundo a mesma mídia, teria dito a amigos que já tomou. Qual seja, a de participar do julgamento do mensalão, “espetáculo” midiático que vai ao ar no próximo dia 2.
Assistamos, assim, ao trailer dessa nova novela política que alguns insistem em chamar de “jornalismo opinativo”.
A tática é muito simples: em vez de dizer que acha que Toffoli não deveria deliberar sobre o destino dos 38 acusados de integrarem um suposto esquema de compra de votos de parlamentares pelo governo Lula, a mídia coloca resposta dele a pergunta que ninguém, além de ela mesma, fez.
Detalhe: entre os acusados de terem sido pagos para votar a favor do governo na Câmara dos Deputados, estão lideranças do partido desse governo naquela Casa (!?).
Mas a natureza do inquérito do mensalão petista (nunca nos esqueçamos de que há inquéritos sob a mesma nomenclatura contra outros partidos) não importa aqui. É só um “detalhe”. O que importa, aqui, é entender por que um juiz do STF deve se declarar impedido de julgar esse processo e outro juiz, que tem “impedimento” análogo – pela tese midiática –, não.
O segundo juiz em situação de impedimento, como no futebol, também ultrapassou a linha que impede que política e justiça se confundam, sobretudo quando, em tese, a liberdade e a honra de cidadãos brasileiros estão em jogo.
Esse juiz que a mídia poupa de questionamentos iguais aos que se faz a Toffoli se chama Gilmar Mendes. E, assim como seu par advogou para petistas e lhes serviu o governo Lula, Mendes advogou para os adversários políticos do PT, os tucanos, e lhes serviu outro governo, o de Fernando Henrique Cardoso.
Para o bom andamento do julgamento do mensalão, o ideal seria um acordo para que nem Toffoli nem Mendes participassem. Assim acabaria qualquer discussão sobre influências políticas inaceitáveis em uma decisão que tem que ser estritamente técnica, ao contrário do que foi no Congresso quando este cassou o mandato do ex-ministro José Dirceu.
Como, até agora, a mídia não fez a Mendes questionamentos como esses que faz sem parar a Toffoli, penso que este não deveria sequer dar explicações de sua suposta decisão. Isso no caso de que, de fato, tenha tomado tal decisão, pois sua suposta confidência de que irá participar do julgamento do mensalão pode ser pura invenção midiática destinada a pôr o tema em pauta.
Seja como for, se realmente aumentar a pressão da mídia a Tofolli seria importante que o PT e as forças políticas que rejeitam a manipulação politiqueira do julgamento do mensalão se manifestem em alto e bom som, de forma que o mesmo questionamento seja feito a outro juiz que tem tantos “impedimentos” quanto Toffoli e que não está sendo questionado.
Eis, aí, um bom mote para os atos públicos que a Central Única dos Trabalhadores, entre outros movimentos sociais, promete fazer contra a politização do julgamento do mensalão. E não só pelos que julgarão, mas pela mesma mídia que um dos membros daquela Suprema Corte já declarou que detém o poder inaceitável de pressionar seus pares.

Sintonia Fina

6 de jul. de 2012

'Homem bomba' do PSDB é convocado na CPI para explicar os '60% para o Serra' -

Veja aqui o que o Partido da Imprensa Golpista (PIG- Partido da Imprensa Golpista) não mostra!

Paulo Preto ao lado de José Serra

Controlando o governo do Estado de São Paulo desde 95, os tucanos paulistas têm bloqueado qualquer CPI estadual na Assembleia Legislativa que crie constrangimento a seus governos. Assim, centenas de fatos que exigiam investigação profunda para dar satisfação aos cidadãos, foram varridos para debaixo do tapete.
Agora a CPMI do Cachoeira, realizada no âmbito do Congresso Nacional, rompeu essa blindagem e decidiu convocar o ex-diretor da Dersa, Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto, para explicar os contratos com a empreiteira Delta com obras bilionária como a ampliação de pistas da Marginal do Tietê, durante o governo de José Serra. 
Por muitos chamado de “homem bomba do PSDB”, Paulo Preto tem a esclarecer outras denúncias veiculadas na imprensa desde 2010, sobre caixa 2 de empreiteiras. Seu nome aparece ligado a cifrões em papéis apreendidos durante a operação Castelo de Areia da Polícia Federal, e também sobre denúncias feitas por próprios tucanos, à revista IstoÉ, sobre um esquema de arrecadação paralela às finanças oficiais do partido, organizadas pelo próprio Preto.
Neste ano, o ex-diretor do Dnit, Luiz Antônio Pagot, disse em entrevista, também à IstoÉ, ter tomado conhecimento de que haveria um esquema de propinas de 8% dos valores pagos pelas obras do Rodoanel de São Paulo. E que 60% dessa propina iria para José Serra, enquanto 20% ficaria para Alckmin e os outros 20%, para Kassab.
A simples notícia da convocação de Paulo Preto no "Jornal Nacional" da TV Globo, apresentado como "um dos arrecadadores da campanha à presidência de José Serra, do PSDB", deixou o tucanato paulista em polvorosa, a ponto de intervir junto à emissora para ler, ainda na mesma edição do telejornal, uma nota do PSDB negando que ex-diretor da Dersa tinha oficialmente a função de arrecadador.
Pagot também foi convocado a depor na CPI, além do dono da Delta, Fernando Cavendish. Este, porém, não traz expectativas em seu depoimento. Seu advogado, Técio Lins e Silva, já antecipou que "ele nada tem a dizer". Todos eles deverão depor em datas ainda a serem definidas, em agosto, após o recesso parlamentar.

Palmas

Outro requerimento de convocação aprovado foi para ouvir, já na próxima terça-feira (10), o prefeito de Palmas, Raul Filho (PT-TO), filmado por Cachoeira em conversa durante a eleição de 2004.
Também será convidado (e não convocado) o juiz federal Paulo Moreira Lima, que autorizou as escutas telefônicas pela Polícia Federal nas operações Vegas e Monte Carlo, e pediu afastamento do processo alegando sofrer ameaças.
Sintonia Fina - com Brasil Atual

3 de jul. de 2012

Notícia álvarossareira !!!

Veja aqui o que o Partido da Imprensa Golpista (PIG) não mostra!


Álvaro Dias foi ao Paraguai fazer intercâmbio golpista

Um golpista apoiando outro e trocando experiências sobre golpes. Assim foi a visita do senador tucano Álvaro Dias (PSDB-PR) à Cidade del Leste, no Paraguai, onde trocou figurinhas co m o presidenciável Zacarías Irún, do partido golpista Colorado (espécie de demotucanos de lá).

O tucano deu apoio explícito aos golpistas, declarando achar "normal" o golpe parlamentar do impeachment relâmpago realizado em 36 horas, sem sequer dar tempo de preparar a defesa, nem dar oportunidade da população tomar conhecimento do processo político desta importância, uma vez que afeta não só o presidente deposto, mas todos os eleitores paraguaios por ele representados.

Presunçoso, o tucano disse que "exigirá" do governo Dilma que retroceda na decisão de suspender o Paraguai do Mercosul. Aproveitou para dar entrevista ao jornal ABC Color do PIG paraguaio.

No flagrante histórico, o golpista paraguaio mostra as dimensões da trolha que a tucanalha golpista brasileira receberá nas eleições municipais deste ano.






Sintonia Fina
- com Com Texto Livre

30 de jun. de 2012

Serra, sempre do lado errado:Alexandre Schneider, vice do Serra, não fez repasses para a Educação

Veja aqui o que o Partido da Imprensa Golpista (PIG) não mostra!



Miguel Baia Bargas com informações do Portal Terra

A escolha do vice na chapa do tucano José Serra, que disputa a Prefeitura de São Paulo em 2012, foi resolvida numa reunião tensa entre Alckmin e Serra na madrugada de sábado, dia 30, com a indicação do ex-secretário municipal de Educação Alexandre Schneider (PSD). 

O nome do ex-secretário ganhou força após decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que concedeu tempo na propaganda do horário eleitoral gratuito e acesso ao fundo partidário ao PSD do prefeito Gilberto Kassab.

Segundo o ex-ministro da Educação Fernando Haddad, Kassab e Schneider não mostravam interesse por recursos federais para aplicar em educação na cidade. De acordo com o portal do governo federal, na gestão Kassab, de 2006 a 2012, foram assinados apenas R$117 mil em convênios de repasse entre MEC e Prefeitura de São Paulo, o que equivale a uma média de R$55,00 por dia. 

A Secretaria Municipal de Educação nega que tenha havido “má vontade” por parte da prefeitura e afirmou que contabiliza mais convênios do que consta nos dados federais.

Membros do PSDB queriam formar uma chapa puro-sangue com a indicação de Andrea Matarazzo para a vaga de vice. No entanto, essa escolha não agradava os partidos aliados – além do PSD, os tucanos terão o apoio de PV, DEM e PR – e, mais uma vez, Serra impôs seus caprichos ao partido.

Sintonia Fina

22 de jun. de 2012

Roubalheira em São Paulo é ampla, geral e irrestrita

Veja aqui o que o Partido da Imprensa Golpista (PIG) não mostra!

Propina é generalizada em São Paulo, afirmam testemunhas a promotor

Denúncias atingem Eduardo Jorge, ex-secretário do Verde e Meio Ambiente da gestão Kassab, e podem chegar a outros membros da administração


Suzana Vier, Rede Brasil Atual


Testemunhas afirmaram ao Ministério Público estadual que existe um esquema “generalizado” de propinas para aprovação de obras na cidade de São Paulo. Os depoimentos foram colhidos pelo promotor Silvio Antonio Marques, um dos responsáveis pela investigação iniciada desde que surgiram denúncias contra Hussain Aref Saab, ex-diretor da prefeitura responsável pela liberação de grandes empreendimentos imobiliários na capital.
 
Segundo Marques, uma das testemunhas também teria acusado Eduardo Jorge, ex-secretário do Verde e Meio Ambiente do governo Gilberto Kassab (PSD), de receber R$ 200 mil para autorizar a retirada de árvores durante reforma do Shopping Pátio Higienópolis, no bairro de mesmo nome, na região central da cidade. Eduardo Jorge chegou a ser cogitado para vice na chapa do tucano José Serra à prefeitura de São Paulo nas eleições deste ano.
 

“Depois da oitiva de diversas testemunhas, sete delas mencionaram claramente que era uma prática generalizada no município. Para se aprovar projetos de grande porte, era necessário pagar propina ou então o caso ficava engavetado”, relatou o promotor durante entrevista coletiva na tarde de hoje (21).
 
Fontes ligadas ao MP disseram que as investigações devem atingir mais secretários municipais. O promotor não confirmou. Ele disse apenas que tudo será apurado dentro de cinco inquéritos que serão abertos para investigar supostas irregularidades em cinco shoppings da capital paulista. Dois dos inquéritos foram protocolados hoje para investigar os shoppings Higienópolis e Pátio Paulista. Outros três vão apurar problemas em obras no Shopping Raposo, Vila Olímpia e West Plaza.
 
Notas frias
 
Já o promotor Yuri Castiglione, do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), informou que pediu a quebra dos sigilos bancários e fiscais de Aref, de sua família e das empresas envolvidas no suposto esquema, entre as quais a Brookfield e a SB4, de propriedade de Aref. “É necessário para confirmar os relatos das testemunhas”, justificou.
Segundo ele, o MP também está fazendo um rastreamento das notas fiscais emitidas pelas empresas e relativas às obras suspeitas. Um detalhe está ajudando a identificar as notas que indicariam pagamento de propina: todas têm seus valores terminados em dízimas periódicas (333 ou 666), devido ao cálculo do imposto sobre o montante pago. Por exemplo, uma propina de R$ 200 mil levaria a uma nota, segundo Castiglione, de R$ 233.333.
 
Investigação interna
 
A Corregedoria Geral do Município, que investiga a participação de funcionários da prefeitura nos supostos esquemas de cobrança de propina para liberação de obras, apreendeu hoje os computadores de quatro funcionários da Secretaria Municipal de Habitação (Sehab). Os discos rígidos serão periciados por especialistas do Ministério Público Estadual (MPE), segundo informou Edilson Mougenot Bonfim, corregedor geral, durante coletiva na prefeitura da capital paulista. Uma cópia do conteúdo ficará na Corregedoria e outra no MP.
 
Bonfim também prometeu encaminhar amanhã pedido de explicações ao subprefeito da Mooca, sobre denúncias de falta de Habite-se do shopping Mooca Plaza, inaugurado no final do ano passado. O Habite-se autoriza o início da utilização do shopping e comprova que vistorias constataram que o imóvel foi construído seguindo o projeto aprovado.
 
 
 
Sintonia Fina
- com O Esquerdopata

19 de jun. de 2012

A irascível máfia enraizada no governo de Goiás

Veja aqui o que o Partido da Imprensa Golpista (PIG) não mostra!

Juiz responsável pela Monte Carlo relata ameaças de morte e pede afastamento

 

 

Magistrado diz ter sido alertado sobre possibilidade de sofrer represálias nos próximos meses
 
Felipe Recondo
 
BRASÍLIA - O juiz federal Paulo Augusto Moreira Lima, que comandava a Operação Monte Carlo, relata ser alvo de ameaças de morte, revela que homicídios podem ter sido cometidos por integrantes do esquema do contraventor Carlinhos Cachoeira e pede para ser tirado do caso.
 
Em ofício encaminhado no último dia 13 ao corregedor Geral do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, Carlos Olavo, o juiz federal afirma não ter mais condições de permanecer no caso por estar em "situação de extrema exposição junto à criminalidade do estado de Goiás". E para evitar represálias, revela que deixará o país temporariamente.
 
No documento, o juiz relata que segue esquema rígido de segurança por recomendação da Polícia Federal, mas revela que sua família foi recentemente abordada por policiais e diz que foi alertado da possibilidade de sofrer represálias nos próximos meses.
 
"Minha família, em sua própria residência, foi procurada por policiais que gostariam de conversar a respeito do processo atinente a Operação Monte Carlo, em nítida ameaça velada, visto que mostraram que sabem quem são meus familiares e onde moram", diz no documento.
 
Lima indica que investigados pela Operação Monte Carlos podem estar relacionados a assassinatos cometidos recentemente, o que configuraria queima de arquivo. "Pelo que se tem informação, até o presente momento, há crimes de homicídio provavelmente praticados a mando por réus do processo pertinente à Operação Monte Carlo, o que reforça a periculosidade da quadrilha", relata.
 
Nas cinco páginas em que explica o pedido para deixar o caso, Lima elenca os recentes processos polêmicos que comandou. À frente da Operação Monte Carlo, 79 réus foram denunciados, sendo 35 policiais federais, civis e militares. E por ter determinado o afastamento dos policiais de suas funções, afirma que não pôde ser removido para varas no interior do Estado "por não haver condições adequadas de segurança".
 
Em setembro, Lima afirma que tirará os três meses de férias que teria acumulado e sairá do país por "questões de segurança". Mas mesmo assim afirma que ficará marcado por sua atuação neste caso. "Infelizmente, Excelência, Goiânia/GO é uma cidade pequena, onde todos se conhecem, e terei que conviver com as consequências da Operação Monte Carlo e dessas outras operações por muito tempo, principalmente porque nasci e fui criado nesta cidade", afirma o juiz.
 

Suspeição

 

O juiz federal titular da 11ª Vara em Goiás, Leão Aparecido Alves, deve herdar o comando do processo. Mas suas relações pessoais podem colocá-lo sob suspeita. Alves admitiu, recentemente, ser amigo há 19 anos de um dos investigados - José Olímpio de Queiroga Neto, suspeito de ser o responsável pela escolha de pessoas que poderiam integrar as atividades do grupo e de repassar porcentagem dos lucros das casas de jogos a Carlinhos Cachoeira.
 
Sintonia Fina
- com Com Texto Livre

16 de jun. de 2012

Serra “invade” redações e exige retaliação a Maluf

Veja aqui o que o Partido da Imprensa Golpista (PIG) não mostra!

Por Eduardo Guinarães



Antes de um relato espantoso que farei, quero esclarecer meu ponto de vista sobre a possível – mas, ainda, não confirmada – aliança entre o candidato pelo PT a prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, e o ex-prefeito e ex-governador da capital paulista Paulo Maluf.

Na verdade, este texto deveria ter sido publicado na sexta-feira, mas decidi adiar porque recebi ligação de fonte que tenho em um grande jornal paulista e que discorda da atuação da imprensa local e que, assim, frequentemente me dá informações em primeira mão.

Foi-me relatado que Maluf estava para romper a aliança que mantém com o governo Geraldo Alckmin e com o pré-candidato do PSDB a prefeito da capital paulista, José Serra, de forma a se aliar a Haddad.

Muitos não entenderam, portanto, em razão do que, na sexta-feira, este blog amanheceu com uma postagem sobre a atuação de Maluf durante a ditadura. Isso, porém, ficará claro mais adiante.

Desde o ano passado que Maluf é aliado do PSDB paulista. Isso se deu por ter ganhado do governador Geraldo Alckmin o direito de indicar um afilhado para dirigir a Companhia Estadual de Habitação de São Paulo (CDHU).

Por conta dos favores de Alckmin a Maluf ele estava fechado com Serra para levar o PP paulistano, um feudo malufista, a ceder ao tucano seu tempo de TV na próxima campanha eleitoral

O PT, porém, passou a assediar o PP da capital paulista para que apóie Haddad valendo-se do argumento de que o partido de Maluf já mantém coligação com o governo Dilma Rousseff e que, portanto, seria lógico manter essa aliança em nível municipal.

Em minha opinião, não é a mesma coisa. Maluf, hoje, tem muito menos influência no PP nacional, que tem lideranças mais respeitadas, como, por exemplo, Francisco Dornelles (RJ), que não segue a liderança malufista.

Fazer aliança com o PP paulistano, portanto, é fazer aliança direta com Maluf. Por 1m43s de TV, parece-me pouco. É um constrangimento enorme para candidata a vice na chapa de Haddad, a ex-prefeita Luiza Erundina, e para o próprio PT.

Por conta disso – e como as tratativas ainda não estavam sacramentadas –, publiquei neste blog, na última sexta e de forma açodada, notícia que pretendia publicar mais adiante e de forma  mais aprofundada no âmbito de postagens que ainda farei sobre a Comissão da Verdade.
Com o post sobre o apoio de Paulo Salim Maluf à ditadura militar, quis lembrar ao PT paulista quem é esse indivíduo, ainda que, por óbvio, seja desnecessário.

Julgo que a aliança com esse senhor é imprópria. Como eleitor e apoiador do PT, sinto-me constrangido.
Julgo que Haddad é, de longe, o melhor candidato para São Paulo e que o apoio de Maluf conspurca sua candidatura.
Julgo que o eleitorado malufista odeia mais o PT do que aprecia Maluf.
Julgo que a aliança com Erundina levará Haddad longe e que, esse sim, é um apoio vital.
Julgo, por fim, que Haddad não precisa de Maluf ou do desgaste que tê-lo em sua aliança irá gerar
Essa é a minha sincera opinião. Contudo, não farei disso um escarcéu. Todavia, o aviso está dado.

Apesar do extenso preâmbulo que você acaba de ler, o que tenho a relatar, prioritariamente, é outro fato que me foi confidenciado por aquela fonte que trabalha em um grande jornal paulista e que, vira e mexe, municia-me com informações de bastidores sobre a imprensa de meu Estado.
É revoltante e uma prova do partidarismo doentio da imprensa paulista o escarcéu que esta está fazendo diante da possibilidade de Maluf realmente vir a apoiar Haddad. E é ilógico. Até Maluf acenar com tal apoio, a imprensa local nem lembrava que ele existia.

O acordo do governo federal com Maluf – e não com o PP – para que este destine tempo de tevê em São Paulo a Haddad não difere do acordo entre tucanos e pepistas na capital paulista. Por que o que não é notícia quando o acordo é com tucanos vira notícia quando o acordo é com o PT?

Isso se deve a que Serra, irritado com o que chama de “ganância” de Maluf, que estaria aumentando o preço da fatura para os tucanos, passou a disparar telefonemas para os “aquários” (chefias de redação) da imprensa paulista exigindo “denúncia” do mesmo Maluf e de Haddad.
A imprensa – Folha de São Paulo à frente, pois Serra ligou para ‘Otavinho” – está “denunciando” que o PT está fazendo com o PP o mesmo acordo que este fizera com o PSDB.  De forma “inexplicável”, de repente a imprensa tucana descobriu que Maluf é Maluf.

Sintonia Fina

12 de jun. de 2012

Perillo não convence

Veja aqui o que o Partido da Imprensa Golpista (PIG) não mostra!

Radialista não trabalhou de graça no segundo turno

 

Na base do gogó, em seu depoimento na CPI do Cachoeira, o governador Marconi Perillo (PSDB-GO) se diz um santo homem, e seu governo seria imaculado. Na sua versão, ele não teria nada a ver com Cachoeira (a quem poupou de fazer acusações).
 
Porém os fatos contradizem seu discurso.
 
Num dos casos, o radialista Luiz Carlos Bordoni afirma que trabalhou na campanha de Perillo por R$ 170 mil. Uma parcela do pagamento, de R$ 45 mil, foi da empresa Alberto e Pantoja, do esquema Cachoeira.
O governador tucano diz que pagou apenas R$ 33.300,00 em um único pagamento declarado à justiça eleitoral, e ainda diz que está processando o radialista.
 
 
Porém tem um furo nessa explicação. Esse valor foi pago no primeiro turno, no dia 21 de setembro de 2010.
Depois houve toda a campanha do segundo turno sem nenhum pagamento. É difícil acreditar que profissionais trabalhariam de graça no segundo turno.

Sintonia Fina
- Com Amigos do Lula

11 de jun. de 2012

Censura do PSDB leva à renúncia coletiva na Biblioteca Nacional

Veja aqui o que o Partido da Imprensa Golpista (PIG) não mostra!



Os dez membros do conselho editorial da Revista de História, publicada pela Biblioteca Nacional, anunciaram nesta segunda-feira (11) que renunciam aos seus cargos. O pedido foi anunciado em uma carta assinada pelos dez intelectuais, entre professores e escritores, que compunham o colegiado.

Nomes como Alberto da Costa e Silva, membro da Academia Brasileira de Letras, Lília Moritz Schwarcz, professora da USP e Ronaldo Vainfas, professor da Universidade Federal Fluminense, alegaram conflitos com Jean-Louis de Lacerda Soares, presidente da Sabin (Sociedade dos Amigos da Biblioteca Nacional) que gere os recursos que permitem publicar a revista.

As rusgas entre o conselho e a presidência da sociedade vêm sendo expostas desde a demissão do editor Luciano Figueiredo, supostamente (?) por retaliação política.

Os conselheiros já haviam ameaçado renunciar após a Sabin demitir Figueiredo "por razões administrativas internas" não especificadas, sem consultar o conselho.

Semanas antes, o então editor havia demitido o jornalista Celso de Castro Barbosa após divergências relacionadas a uma resenha escrita por ele sobre o livro "A Privataria Tucana", do jornalista Amaury Ribeiro Jr., publicada no site da revista.

Em um de seus trechos, a resenha diz que o livro joga "uma pá de cal na aura de honestidade de certos tucanos". Em outro, afirma que José Serra "é quem tem a imagem mais chamuscada, para não dizer estorricada, ao fim da 'Privataria Tucana'".

O texto gerou protestos públicos do PSDB e foi tirado do ar, mas, segundo a Sabin, nem a demissão de Castro Barbosa por Figueiredo nem a deste pela sociedade tiveram qualquer componente de pressão política (faz-me rir...).
 

Sintonia Fina

6 de jun. de 2012

Os descalabros do PSDB em São Paulo


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Puro caos


Por José Dirceu
Deu na mídia hoje: a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) teve a circulação prejudicada por três horas ontem (das 11:55 até por volta das 15 h) com os trens circulando em lentidão e maior tempo de intervalo entre as estações por causa de uma pane iniciada entre a Granja Julieta e Santo Amaro, na Zona Sul paulistana.

Justificativa para a pane que trouxe de volta o apagão tucano nos transportes públicos paulistanos: queda de energia. O sistema CPTM, vocês sabem, junto com o metrô na capital, serve a milhões de passageiros diariamente na Região da Grande São Paulo.

Vocês se lembram, também, porque vivem o drama, que entram em pane metrô e/ou trens em média duas vezes por semana. Quando não entram os dois juntos. Na semana passada, por exemplo, falhas prejudicaram o funcionamento da linha 9 da CPTM por dois dias seguidos.

Falta investimento em expansão e manutenção, dizem especialistas

É o jeito de governo tucano gerir transportes públicos. Sem priorizá-los, sem investimentos em manutenção e expansão e sem atenção para o descalabro. Mesmo que ele ocorra no metrô mais lotado do mundo, o de São Paulo, e num sistema de trens de subúrbio dos mais lotados que se conhece.

Tem mais na Folha de S.Paulo hoje: apesar de estarmos já no último mês do 1º semestre letivo do ano, pelo menos 20% dos alunos da rede pública municipal de ensino (mais de mil escolas) ainda estão sem o uniforme distribuido a um total de cerca de 640 mil estudantes. Na rede de escolas da Prefeitura, diz o jornal, quem mudou de colégio ou ingressou este ano ainda não recebeu o uniforme.

Justificativa da Prefeitura: a tirada de medidas desses alunos para confecção da roupa foi feita depois da realizada com os que já se encontravam na rede. Jeito de governar do prefeito paulistano Gilberto Kassab (ex-DEM-PSDB, agora PSD), que administra a capital há oito anos em uma sólida parceria com os tucanos.

Caos no trânsito, a sucessão de recordes

No trânsito, a cidade de São Paulo registrava às 9h de hoje 161 km de congestionamento. Foi o 3º maior registrado no período da manhã neste ano, atrás apenas dos 249 km às 10h do dia 23 de maio e dos 168 km das 9h30 de 27 de abril.

Explicação da prefeitura demotucana: inúmeros acidentes, árvores caídas e mais de 30 semáforos com defeito, decorrentes das chuvas (finas) de ontem a noite, madrugada e manhã de hoje que, felizmente, não provocaram alagamentos nem enchentes.

Apenas uma constatação: apagão nos transportes e no trânsito, falência na educação e na segurança pública (leiam o post Gestão tucana: mortes causadas por PMs aumentam todos os anos). 
 
No trânsito, quem sabe se Kassab tivesse construído e reformado os 26 corredores de ônibus que prometeu na campanha de sua reeleição em 2008, a cidade teria melhorado. Mas ele os engavetou e só pouco menos de um ano antes do término de seu 2º mandato, prometeu reativar as licitações.

Sem mais comentários.


Sintonia Fina

A lista de Furnas. Tucanos, tremei !


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O Sintonia Fina reproduz texto de PHA no Conversa Afiada


Alô, é a filha do ... ... ... ? Alô ?   

O ansioso blogueiro encontrou o Amaury Ribeiro Junior, na redação da TV Record, no exato momento em que, ao telefone, ele tentava falar com a filha do …  … … , notável empresária do setor de lavanderia (a seco).

Inútil.

Só dava caixa postal.

Amaury procurava confirmar se o pai dela, notável tucano, estava na lista de Furnas.

Por que, Amaury, você vai mexer nessa caixa de marimbondo ?

Como se sabe, Amaury prepara o Privataria – II , com os documentos que não couberam no Privataria – I , além de outras preciosidades tucanas.

É que, no caminho da Privataria, Amaury entrou na caverna de Furnas.

E se prepara para soltar a bomba.

Vai voar pena de tucano para todo lado: Minas, São Paulo e Rio.

A Lista de Furnas, como se sabe, contém todos aqueles que receberam dinheiro (ilegal) de Furnas para a campanha de 2002.

2002, quando Aécio foi candidato a governador e o Padim Pade Cerra (derrotado) a Presidente.

A lista seria de autoria de Dimas Toledo.

Um laudo da Polícia Federal considerou que:

1)a assinatura de Dimas Toledo na lista é verdadeira;
 

2)a lista não foi “montada”, “editada”.

Esse laudo é uma – UMA e não a ÚNICA – prova da veracidade da lista.


O laudo foi incorporado à denúncia da Procuradora do Ministério Público Federal, que apresentou denuncia ao Juiz da Segunda Vara Federal do Rio, já que Furnas tem sede no Rio.

A Promotora denunciou peculato, corrupção passiva, e lavagem de dinheiro.

Um deputado estadual de Minas testemunhou que recebeu exatamente o valor que consta ao lado de seu nome na lista.

Disse que pediu o dinheiro para um hospital no Sul de Minas, recebeu o que pediu e mostrou o recibo da doação.

Roberto Jefferson, que só serve para denunciar o mensalão, mas não serve quando diz que não havia mensalão, também confirmou que recebeu de Furnas exatamente o que corresponde ao nome dele na lista.

E os tucanos se estrebucharam.

E resolveram melar as provas (alô, alô, Daniel Dantas !).

Arrumaram uns laudos da lista que mais pareciam a bolinha de papel do Cerra.

E se desmoralizaram quando arrumaram um “perito” americano que se revelou uma fraude.

E tentaram cassar o mandato de Rogério Corrêa, líder do PT na Assembléia de Minas, do grupo “Minas sem Censura”, um dos poucos que não tem medo da irmã do Aécio Neves.

O PSDB pediu a cassação do mandato dele, porque denunciou a lista.

O pedido foi arquivado.

Agora, Corrêa quer ter acesso à denuncia da Procuradora.

E desvendar dois mistérios profundos.

O Juiz da 2a. Vara Federal do Rio se considerou incompetente para julgar, já que Furnas é uma empresa de “economia mista” e mandou o abacaxi para a Justiça estadual do Rio.

Por que seria ?, pergunta-se o Corrêa.

E mais intrigante, ainda.

A Procuradora do Ministério Público Federal, que substituiu a Procuradora que fez a denuncia inicial, não contestou o Juiz.

Será que o brindeiro Gurgel poderia explicar essa aparente omissão ?

Com isso, o abacaxi foi enviado à Justiça do Rio, sem que o MP protestasse.

Como o PSDB tentou envolver Corrêa no escândalo – com o inevitável apoio da revista Veja, o detrito sólido de maré baixa – ele se considera no direito de furar o bloqueio do “segredo de Justiça” para ter acesso, também, à inesperada decisão do Juiz federal do Rio que não quis julgar o caso.

Rogerio Corrêa ganhou na Justiça o direito de resposta contra o jornal O Estado de Minas, que o atacou.

Por enquanto, o jornal, um dos pilares do aecismo cinzento de Minas, prefere pagar a multa diária a publicar a resposta do deputado.

Por que será, amigo navegante ?

E onde entra o Amaury ?

Bem, aí é que palpita o coração tucano, de pais e filhas.

Amaury está na bica para se tornar blogueiro sujo, daqueles que o Cerra não deixa de ler (de madrugada).

A Procuradora Federal assegurou que a lista é UMA das peças da denuncia.

Quais são as outras provas ?

O que provam ?

Quem inculpam ?

Tchan, tchan, tchan, tchan !

E mesmo que o Juiz estadual do Rio devolva ao Juiz federal – e isso tome outros cinco anos – o Amaury está aí, ao telefone.

Esse Amaury …


Sintonia Fina

1 de jun. de 2012

Sem ter o que dizer ao eleitor, Serra tenta criminalizar o PT


Veja aqui o que o Partido da Imprensa Golpista (PIG) não mostra!


Por Eduardo Guimarães 


Não deixa de ser irônico que o cenário escolhido pela pré-campanha de José Serra para perpetrar a primeira das costumeiras jogadas eleitorais sujas que o tucano costuma praticar tenha sido o metrô paulistano, a prova em aço e concreto da incompetência e da corrupção do PSDB paulista.

Na manhã da última quinta-feira, ocupado pela participação em uma feira de meu setor de atividade profissional, recebo ligação de minha mulher – talvez a pessoa mais avessa à política que conheço e que se opõe frontalmente ao que faço neste blog.

Como precisei do carro para ir à feira, Cristina foi trabalhar de metrô. Tanto na estação em que embarcou quanto na que desembarcou presenciou distribuição gratuita de uma revista com uma capa que qualificou como “inacreditável”.

Estava indignada. Disse que a revista estampava na capa a figura da morte com o símbolo do Partido dos Trabalhadores (a estrela vermelha de cinco pontas) no lugar do rosto. E que, logo abaixo, havia um texto que acusava o partido inteiro de ser uma agremiação de assassinos.



Ela não soube precisar do que se tratava e não pude avaliar na hora, pois estava ocupado no evento. Ao chegar em casa à noite, porém, entendi tudo. Bastou um giro pela internet para descobrir que a revista é ligada a José Serra e que requentou a morte do ex-prefeito de Santo André Celso Daniel.

Cristina relatou que a publicação estava sendo distribuída por um idoso e um rapaz trajados humildemente. O idoso, segundo ela, estava mal-humorado e agressivo. Após lhe entregar a revista, alguém lhe pediu informação, ele negou e reagiu com fúria. Disse que “não estava ali” e que já lhe bastava ter que ficar “distribuindo aquela bosta de revista”.

Ainda segundo a minha mulher, a revista estava sendo distribuída também pelas ruas. Várias pessoas, todas humildes, carregavam pilhas do material em carrinhos de mão e o jogavam em cima dos passantes.

Foi então que me lembrei de algumas conversas que andei tendo com o pré-candidato do PT a prefeito de São Paulo, o ex-ministro Fernando Haddad.

Quem lê este blog sabe que não tenho manifestado muita fé nas chances dele de derrotar Serra devido à despolitização e ao alheamento da realidade que flagelam a maioria dos paulistanos. Ainda assim, nas duas oportunidades em que nos encontramos fiquei surpreso por percebê-lo extremamente animado com as próprias chances.

Na conversa que tivemos na última terça-feira, o pré-candidato disse que tem sentido que o povo de São Paulo “não agüenta mais” a situação da cidade e que dificilmente deixará de buscar uma alternativa ao grupo político que a governa.

Haddad dá especial atenção ao fato de que São Paulo deveria estar convertida em um canteiro de obras, pois tem hoje um orçamento de R$ 35 bilhões enquanto que, à época de Marta Suplicy, não tinha nem um terço disso. Ainda assim, o prefeito Gilberto Kassab não tem o que inaugurar.

Perguntado sobre a que atribui a inexistência de obras de vulto na cidade tendo ela um orçamento desse tamanho – que, claro, deve-se à situação econômica do país, a qual enriqueceu todos os municípios –, Haddad respondeu que tudo se deve ao “custeio”.

Como exemplo, o pré-candidato citou contrato de varrição da prefeitura com a empreiteira Delta, que, após ter vencido a concorrência, obteve da prefeitura um aumento de mais de 100% no preço inicial – passou de R$ 300 milhões para R$ 700 milhões.

Ou seja: as empresas que prestam serviços à prefeitura vencem licitações com preços baixíssimos e depois conseguem dela aumentos exorbitantes.

A quem pensar em atribuir minhas afirmações sobre o desalento do paulistano com sua cidade a posições políticas que não escondo de ninguém, ofereço a última pesquisa Datafolha sobre o que pensa este povo sobre o prefeito que Serra lhe vendeu.
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DATAFOLHA
Opinião Pública – 21/03/2011 

Cinco anos após assumir a prefeitura, Kassab atinge sua maior reprovação

Para 78% dos paulistanos, é possível acabar com as enchentes em São Paulo
O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, após cinco anos no cargo atinge a maior reprovação desde que ele assumiu a prefeitura, em 2005. Para a maior parte dos moradores da cidade (43%) ele vem fazendo um governo ruim ou péssimo. Essa taxa é onze pontos maior do que a registrada em novembro do ano passado, quando 31% reprovavam o seu desempenho. O percentual dos que acham que Kassab está fazendo um governo regular variou, nesse período, de 30% para 27% e a taxa dos que consideram sua administração ótima ou boa caiu de 37% para 29%. 

Entre os mais jovens, a taxa de reprovação aumentou treze pontos percentuais (de 35% para 48%), da pesquisa anterior, de julho de 2010 para a atual, índice similar entre os paulistanos com idade entre 25 e 34 anos (de 29% para 44%), porém, a maior diferença (20 pontos percentuais) ocorreu entre os paulistanos com idade entre 45 e 59 anos (de 18% para 38%). A reprovação ao desempenho de Kassab é expressiva também entre os mais escolarizados (de 25% para 45%), assim como entre os paulistanos que possuem renda familiar de até 2 salários mínimos (de 27% para 46%).

A nota média atribuída ao prefeito, em uma escala de zero a dez, é 4,6, sendo que para um quinto (19%) dos moradores da capital paulista ele merece nota zero; 15% acham que ele merece nota cinco e 6% dão a ele a nota máxima. 

Na cidade de São Paulo foram entrevistados 1089 moradores, nos dias 15 e 16 de março, e a margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos.
Perguntados sobre as enchentes em São Paulo, metade dos moradores de São Paulo (52%) afirmam que a responsabilidade pelas enchentes é compartilhada entre a população, prefeitura e governo do estado, 27% acham que a principal responsável é a própria população, 10% acreditam que a responsabilidade é da prefeitura e 7%, o governo do estado. Os mais escolarizados responsabilizam ainda mais (62%) a todos os envolvidos, população, prefeitura e governo, taxa dez pontos maior que a média da cidade. Os mais velhos (35%), por sua vez, acham que a população é a maior culpada pelas enchentes, enquanto que os menos escolarizados responsabilizam mais a prefeitura (16%). 

Para 78% dos paulistanos é possível acabar com as enchentes em São Paulo, enquanto que para 22% esse é um problema insolúvel. Os mais jovens são mais otimistas: 85% deles acham que existem soluções para as enchentes de São Paulo (taxa 7% maior que a média). No segmento dos que possuem renda familiar acima de dez salários mínimos, 27% acreditam que não é possível acabar com as enchentes de São Paulo.
São Paulo, 17 de março de 2010.

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Quando uma administração está bem, o usual é que o prefeito, governador ou presidente não ataquem os adversários durante o processo eleitoral das próprias sucessões. Ora, Serra é situação – é aliado de Kassab, elegeu-o e é apoiado por ele para sucedê-lo. Se confiasse no próprio trabalho, portanto, não deveria estar atacando.

Para comprovar isso, basta lembrar da última campanha eleitoral do país. Dilma manteve a fleuma até o fim do primeiro turno e só reagiu após muitos ataques dos adversários – e, ainda assim, de forma comedida.

Apesar da sensação deste blogueiro de que São Paulo é um caso perdido e das pesquisas que mostram que Haddad ainda não decolou, as ponderações que ele me fez parecem ganhar sentido.
Nunca o PT teve menos do que 20 ou 25 por cento dos votos na capital paulista. O baixo percentual que Haddad ainda tem se deve, portanto, ao desconhecimento de si pelos paulistanos.

Além disso, o eleitorado da capital paulista ainda não racionalizou que Serra é o criador de Kassab. Quando a campanha eleitoral refrescar a memória fraca popular, é bem provável que o tucano venha a ter que se explicar mais do que gostaria.

O ataque que o PSDB desfechou no cenário de sua incompetência (o metrô) na última quinta-feira, agora se explica e concede verossimilhança ao estado de ânimo de Haddad. Isso sem dizer que, segundo ele, as pesquisas qualitativas lhe abrem uma larga avenida para se eleger.

A atitude desesperada dos tucanos de tentarem criminalizar por inteiro um partido político que governa o Brasil há quase uma década, está explicada. Serra não tem o que dizer ao povo de São Paulo, então tenta criminalizar o adversário.


Sintonia Fina

31 de mai. de 2012

PCC apavora Zona Leste de SP. Escolas e comércio baixaram as portas. Segurança tucana continua um lixo


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Milhares de alunos sem aulas, professores apavorados, pais em desespero, comerciantes fechando as lojas. É o que está acontecendo desde ontem em Cidade Tiradentes, um dos bairros mais pobres e populosos da Zona Leste de São Paulo.

A onda de pânico foi deflagrada pelo Primeiro Comando da Capital, o PCC, em represália às execuções levadas a efeito por bandidos fardados da ROTA na noite da última segunda-feira. Seis pessoas foram mortas supostamente por resistir à abordagem das equipes da PM. A polícia informou que o grupo era formado por 14 integrantes do PCC que estariam discutindo o resgate de um preso de um presídio paulista.

Os PMs chegaram a informar as seis mortes antes que pelo menos uma delas tivesse acontecido. Um dos suspeitos, no entanto, foi colocado no camburão de uma viatura e levado até um local ermo, onde foi executado. A execução foi testemunhada por uma mulher, que chegou a gravar a cena na camera de seu celular. Como o arquivo não foi salvo, o telefone foi apreendido para ser periciado.

A testemunha ligou para o COPOM para denunciar a execução. O som dos tiros é claro na gravação do telefonema. Em seguida, o morto foi levado novamente para o carro da polícia e seu corpo foi transportado até  o bar em que os suspeitos foram abordados.

PCC promove retaliação aterrorizando a população

Doze horas depois da chacina, bandidos ligados ao PCC decretaram toque de recolher em vários bairros da Zona Leste. Em Cidade Tiradentes, os alunos foram dispensados das últimas aulas da tarde. O “partido” prometia promover atentados contra alvos policiais e também a população civil.

Hoje pela manhã as ameaças foram reiteradas. Em função disso, os alunos foram liberados mais cedo. Na Escola Estadual Fernando Pessoa as aulas foram interrompidas às 11h30. Os professores do turno da manhã saíram apressadamente. A escola permaneceu sem atividades no turno da tarde. Alunos e professores não apareceram. Muitos pais, desesperados, tiveram que faltar ao trabalho por não terem com quem deixar seus filhos.

O comércio, da mesma forma, se acautelou. Lojas baixaram as portas. Os funcionários foram dispensados. Os comerciantes reclamam do prejuízo decorrente da paralisação dos negócios.

A SSP e a tolerância às ações violentas

A população atribui a culpa pelo clima de pavor ao governador Geraldo Alckmin, cujo governo tem sido marcado pela tolerância à truculência da PM e pela proteção a policiais que desconhecem limites para sua atuação. A política de segurança, gerida pelo secretário Antônio Ferreira Pinto, tem se pautado pela permissividade para com a violência policial e até a proteção a assassinos que ostentam a farda da PM.

O caso desta segunda-feira é apenas mais um a ilustrar estatísticas pavorosas. Somente este ano, quase 200 pessoas foram executadas ou feridas pela PM em ações registradas como “resistência seguida de morte ou lesões corporais”. O GECEP — Grupo Externo de Controle da Atividade Policial do Ministério Público paulista –, desconfiado da manipulação das estatísticas da criminalidade, criou um banco de dados próprio e passou a investigar os assassinatos cometidos por PMs. Os números são aterradores.

Enquanto a fiscalização recrudesce, as afrontas não cessam. Ontem à tarde, mais de 20 viaturas da ROTA cercaram o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) da Polícia Civil de São Paulo enquanto era lavrado o flagrante contra os assassinos da corporação. A pressão não surtiu efeito graças à presença dos procuradores.

A ação dos comandantes para dar proteção a soldados e oficiais delinquentes é visível. Prova disso é o engavetamento dos Relatórios de Inteligência produzidos pelo DHPP com informações comprometedoras sobre várias ações violentas. Os chamados RELINTs apontavam o envolvimento de policiais com traficantes, execuções levadas a efeito por ordem do PCC e até a montagem de farsas como o atentado ao prédio da corporação ocorrido em 2009. Foram engavetados por ordem direta do secretário Antônio Ferreira Pinto. Os autores de vários crimes permanecem nas ruas, armados, sem que nada os tenha molestado apesar da gravidade das denúncias.

A permanência de Ferreira Pinto à frente da segurança pública é um mistério. Durante sua gestão, ele centralizou em seu gabinete a correição da polícia civil, mas deixou os crimes da PM a cargo da Corregedoria da corporação. A diferença no tratamento dispensado às duas polícias (civil e militar) provocou uma crise sem precedentes.

Ferreira Pinto também foi o responsável pelo engavetamento do primeiro procedimento administrativo instaurado contra os delegados que conduziram a desastrada Operação Pelada. Eles despiram à força uma escrivã acusada de concussão. O caso só veio à tona depois que o Blog do Pannunzio e a Rede Bandeirantes divulgaram imagens da cena insólita com as humilhações e as sevícias impostas à escrivã.

Ferreira Pinto mandou chamar os delegados a seu gabinete e os cumprimentou pela operação.


Sintonia Fina

30 de mai. de 2012

PSDB produz provas para enjaular editor da Veja na Papuda

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Nas páginas da revista Veja havia um crime perfeito. Um crime de calúnia, cuja autoria estava escondida atrás de um biombo, da "apuração jornalística" em "off".
 
Pois o PSDB, junto ao DEM, PPS, PSOL e o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB) acabaram por estragar a perfeição do crime, e gerar provas para levar o editor da revista Veja a tirar até 2 anos de cadeia, de acordo com o código penal.
 
Eis a prova do crime:
A Veja publicou as seguintes afirmações que atribuiria a Lula conduta criminosa, se fosse verdade:

Depois de afirmar que detém o controle político da CPI do Cachoeira, Lula, magnanimamente, ofereceu proteção ao ministro Gilmar Mendes, dizendo que ele não teria motivo para preocupação com as investigações.
(...)
Se Gilmar aceitasse ajudar os mensaleiros, seria blindado na CPI

Não sendo verdade, é calúnia (imputar falsamente fato definido como crime a alguém). 
 
E não é verdade, conforme negativas de Gilmar Mendes, relativizando as acusações.
Se alguém tinha dúvidas se a Veja ultrapassou a linha da calúnia ou não, os demotucanos acabaram com a dúvida, ao apresentar representação criminal contra Lula, com base no que foi publicado na revista.
 
A partir do texto da Veja, fundamentaram a acusação contra Lula, que, se fosse verdade, teria cometido três crimes:
- Coação no curso de processo;
- Tráfico de influência;
- Corrupção ativa;
 
Como nada disso é verdade, pois o próprio Gilmar Mendes já desmentiu em entrevistas qualquer coisa que implique em crime, a representação será arquivada, e o arquivamento será a prova definitiva de que a revista Veja imputou falsamente fato definido como crime a Lula, cometendo crime de calúnia.
 
Como a revista não consegue atribuir a ninguém especificamente a imputação de crime, me parece que a responsabilidade recai sobre o editor.
 
Segundo o expediente da revista Veja, o editor é Roberto Civita.
Segundo o código penal, o crime de calúnia, prevê penas de 6 meses a 2 anos de prisão.


Sintonia Fina
- com Com Texto Livre