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29 de jun. de 2012

Não desista de São Paulo

Veja aqui o que o Partido da Imprensa Golpista (PIG) não mostra!



Por Eduardo Guimarães


Na noite de quinta-feira publiquei crônica cheia de ironia em que disse que se realmente a foto com Maluf for motivo para enterrar a candidatura Haddad será melhor os paulistanos que pensam votarmos em Serra – pelo menos ficaríamos com uma desgraça conhecida.


Pouco depois, no Twitter, disse que esperava apanhar muito pelo que escrevi, o que seria sinal de que a militância não desistiu, ainda, de livrar São Paulo do pesadelo obscurantista em que está mergulhada. Valeu a pena esperar. Apanhei que nem gente grande.


Essa é uma das estratégias que proponho à campanha de Fernando Haddad: é preciso fazer as pessoas pensarem. Elas têm que refletir sobre o amanhã em vez de sobre idiossincrasias momentâneas.


Diante da constatação de que a militância não está morta exorto a você que com razão sentiu-se mal com a foto desastrada com Maluf a que não desista – não de Fernando Haddad, não de Lula, não do PT, mas de São Paulo.


Dizia ontem no Twitter, também, que quem quiser saber a desgraça que se abateu sobre a capital paulista que vá, por exemplo, ao Largo São Francisco no fim da tarde e veja a maré humana que vai chegando e ajeitando, no meio da rua, suas “camas” de papelão ou seus cobertores imundos.


Kassab (e Serra) fecharam todos os abrigos no centro expandido de São Paulo e os reabriram na periferia na esperança de empurrar para as franjas da cidade aqueles “indesejáveis”. Como resultado – já que a vida deles e seu ganha-pão estão no centro -, passaram a dormir nas ruas.


Agora, Kassab acha que vai expulsar essa população de rua tirando seus meios de se alimentar. Proibiu entidades privadas de servirem “sopão” nos locais em que estão os que dele precisam. Sem cama, sem comida, esses mortos-vivos seriam, finalmente, defenestrados.


Kassab é um idiota.


A cidade está tomada pela população de rua. Desorientada, suja, drogada, surrada, desalentada, revoltada…


Não, eu não desisto de São Paulo. Não desisto da política porque alguém vai ganhar a eleição e vai governar. E vai influir na minha vida. Desistir de Haddad por aquela foto idiota significa desistir de São Paulo, de uma candidatura que poderia resgatar a cidade.


Se você for paulistano e estiver se sentindo assim, pense bem. Analise as alternativas. Se você pretendia lutar pela candidatura Haddad e desistiu pela foto com Maluf não está punindo o petista, mas a você mesmo e à sua família.


Alguém como você é capaz de perceber o estado em que está a cidade e como isso representa até perigos impensáveis para todos nós. Será que você tem o direito de tomar uma decisão como essa sem ao menos refletir um pouco mais?


Agora, se você não for daqui, por favor, tenha piedade de nós, paulistanos. Nem se Haddad tivesse tirado foto com o capeta valeria a pena entregar os pontos para os que estão demolindo São Paulo pedra por pedra. Se vencerem a eleição, vão continuar.


*


Abaixo, a provocação que escrevi. Os comentários publicados até por volta de 23 horas de quinta-feira mostram que muita gente não desistiu. Desceram o sarrafo em mim. Ainda bem


Se Haddad estiver “morto”


Publicado em 28 de junho às 18:02 hs.


Pesquisa Datafolha que acaba de ser divulgada não chega a ser promissora para a candidatura Fernando Haddad – caso a pesquisa seja verdadeira, claro. Mais ainda, os números sugerem que o candidato do PT pode ter sofrido um golpe mortal – a foto (e não o fato) de sua aliança com o “dono” do PP paulistano, Paulo Maluf.


Para piorar, a pesquisa também mostra que uma parcela muito pequena do eleitorado malufista se dispõe a acatar sua indicação de voto para prefeito da capital paulista. E, para coroar tudo, o fato de que essa “rebeldia” do eleitorado malufista se deve a que este, como o petista, considera inaceitável essa aliança específica entre PT e PP.


Ou seja: os pruridos “éticos” vicejam dos dois lados. Talvez até mais no PP do que no PT. O eleitorado petista ou o malufista consideram que não há justificativa em São Paulo para aliança que já existe em nível federal porque, aqui, Maluf e Haddad estarão se misturando com o inimigo de uma vida.


O eleitorado malufista, porém, sabe que não perde nada se não votar em Haddad – no dia seguinte à eleição Maluf estará compondo com o eleito, seja José Serra, Celso Russomano ou Gabriel Chalita, que, pela ordem, são os mais bem colocados na pré-disputa eleitoral.


Todavia, essa é uma pesquisa meio esquisita. A margem de erro é a maior estrela. Os três pontos são margem muito alta, pouco usual em um município, onde o campo da pesquisa é menor.


Haddad perdeu dois pontos percentuais, Russomano ganhou três e Serra subiu um, todos dentro da margem de erro da pesquisa. Esquisito, hein…


Poderia ser manipulação? Bem, não seria a primeira vez. Para quem não sabe, em 2010 a Procuradoria-Geral Eleitoral, a pedido do Movimento dos Sem Mídia, mandou a Polícia Federal abrir inquérito para investigar possíveis fraudes nos institutos Datafolha, Ibope, Sensus e Vox Populi.


Detalhe: o inquérito está correndo…


Mas digamos que o Datafolha tenha captado uma tendência. Se essa pesquisa for verdadeira, se não for só uma manipulação da margem de erro, Haddad está na UTI com chances não muito generosas de sobreviver.


Se assim for, vale a pena refletir que talvez seja mais seguro para uma metrópole combalida como São Paulo não deixar que Russomano ou Chalita se elejam. A situação está muito feia em minha cidade. Talvez seja melhor deixar quem a governa continuar governando do que pôr no lugar as alternativas.


Haddad é um candidato extremamente bem preparado. Tem propostas concretas para reverter a maquiagem da Cracolândia, para acabar com o vergonhoso dormitório a céu aberto em que as ruas do centro velho de São Paulo se transformam no finzinho da tarde, tem propostas para o transporte público, para o trânsito caótico, para as enchentes…


Haddad é um profissional da administração pública. Serra é tarimbado, também, e sabe tudo sobre São Paulo, ainda que suas idéias sejam horrorosas porque é hoje um despachante da elite paulista. Mas Russomano e Chalita são curiosos. Podem piorar o que já está ruim.


Para quem não vive em São Paulo, tanto faz. A derrota de Serra seria saborosa. Um ex-governador e ex-candidato a presidente por duas vezes perder uma eleição municipal para um dos políticos quase amadores que o enfrentarão será de fazer petista ir ao delírio, mas só se não viver nesta cidade.


Não sei da aliança com Maluf. Disse e repito que foi uma burrada, mas, agora, não há reversão possível. Se o PT romper a aliança ficará com o prejuízo de imagem e ainda perderá o tempo de televisão e rádio. Quero pensar, portanto, no Day After .


A eleição de Haddad é – ou era – a esperança de reerguer isto aqui, mas, pelo que vi entre a militância petista, somando com os indícios (nada mais do que indícios) do Datafolha, não me parece demais dizer que o petista pode estar eleitoralmente morto. Sendo assim, talvez seja melhor votar na desgraça conhecida.


Sintonia Fina

22 de jun. de 2012

Roubalheira em São Paulo é ampla, geral e irrestrita

Veja aqui o que o Partido da Imprensa Golpista (PIG) não mostra!

Propina é generalizada em São Paulo, afirmam testemunhas a promotor

Denúncias atingem Eduardo Jorge, ex-secretário do Verde e Meio Ambiente da gestão Kassab, e podem chegar a outros membros da administração


Suzana Vier, Rede Brasil Atual


Testemunhas afirmaram ao Ministério Público estadual que existe um esquema “generalizado” de propinas para aprovação de obras na cidade de São Paulo. Os depoimentos foram colhidos pelo promotor Silvio Antonio Marques, um dos responsáveis pela investigação iniciada desde que surgiram denúncias contra Hussain Aref Saab, ex-diretor da prefeitura responsável pela liberação de grandes empreendimentos imobiliários na capital.
 
Segundo Marques, uma das testemunhas também teria acusado Eduardo Jorge, ex-secretário do Verde e Meio Ambiente do governo Gilberto Kassab (PSD), de receber R$ 200 mil para autorizar a retirada de árvores durante reforma do Shopping Pátio Higienópolis, no bairro de mesmo nome, na região central da cidade. Eduardo Jorge chegou a ser cogitado para vice na chapa do tucano José Serra à prefeitura de São Paulo nas eleições deste ano.
 

“Depois da oitiva de diversas testemunhas, sete delas mencionaram claramente que era uma prática generalizada no município. Para se aprovar projetos de grande porte, era necessário pagar propina ou então o caso ficava engavetado”, relatou o promotor durante entrevista coletiva na tarde de hoje (21).
 
Fontes ligadas ao MP disseram que as investigações devem atingir mais secretários municipais. O promotor não confirmou. Ele disse apenas que tudo será apurado dentro de cinco inquéritos que serão abertos para investigar supostas irregularidades em cinco shoppings da capital paulista. Dois dos inquéritos foram protocolados hoje para investigar os shoppings Higienópolis e Pátio Paulista. Outros três vão apurar problemas em obras no Shopping Raposo, Vila Olímpia e West Plaza.
 
Notas frias
 
Já o promotor Yuri Castiglione, do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), informou que pediu a quebra dos sigilos bancários e fiscais de Aref, de sua família e das empresas envolvidas no suposto esquema, entre as quais a Brookfield e a SB4, de propriedade de Aref. “É necessário para confirmar os relatos das testemunhas”, justificou.
Segundo ele, o MP também está fazendo um rastreamento das notas fiscais emitidas pelas empresas e relativas às obras suspeitas. Um detalhe está ajudando a identificar as notas que indicariam pagamento de propina: todas têm seus valores terminados em dízimas periódicas (333 ou 666), devido ao cálculo do imposto sobre o montante pago. Por exemplo, uma propina de R$ 200 mil levaria a uma nota, segundo Castiglione, de R$ 233.333.
 
Investigação interna
 
A Corregedoria Geral do Município, que investiga a participação de funcionários da prefeitura nos supostos esquemas de cobrança de propina para liberação de obras, apreendeu hoje os computadores de quatro funcionários da Secretaria Municipal de Habitação (Sehab). Os discos rígidos serão periciados por especialistas do Ministério Público Estadual (MPE), segundo informou Edilson Mougenot Bonfim, corregedor geral, durante coletiva na prefeitura da capital paulista. Uma cópia do conteúdo ficará na Corregedoria e outra no MP.
 
Bonfim também prometeu encaminhar amanhã pedido de explicações ao subprefeito da Mooca, sobre denúncias de falta de Habite-se do shopping Mooca Plaza, inaugurado no final do ano passado. O Habite-se autoriza o início da utilização do shopping e comprova que vistorias constataram que o imóvel foi construído seguindo o projeto aprovado.
 
 
 
Sintonia Fina
- com O Esquerdopata

15 de jun. de 2012

Operação policial busca provas sobre propinas na gestão Serra/Kassab

Veja aqui o que o Partido da Imprensa Golpista (PIG) não mostra!



Uma operação policial de busca e apreensão recolheu documentos, cofre e computadores na casa e no escritório do ex-diretor da prefeitura de São Paulo, Hussain Aref Saab.

Aref foi nomeado por José Serra (PSDB-SP) em 2005 para ser o diretor responsável pela aprovação das obras, ficou no cargo até abril deste ano, quando estourou o escândalo de cobrança de propinas para licenciar obras.

Em entrevista coletiva, o promotor de Justiça Silvio Marques afirmou que há mais gente graúda envolvida além de Aref e do vereador Aurélio Miguel (PR), acusado de participação no esquema.

Uma ex-diretora financeira da Brookfield Gestão de Empreendimentos (BGE), já testemunhou declarando que a empresa pagou R$ 1,6 milhões em propinas para liberar obras irregulares nos shoppings Higienópolis e Paulista, em São Paulo.

Segundo Marques, seis testemunhas ouvidas revelaram o pagamento de propina, não apenas a Brookfield. "Estamos trabalhando com um total de 118 imóveis, pelo menos. A cada dia surgem mais informações. Não temos um balanço porque alguns cartórios não nos enviaram todas as informações que solicitamos". O promotor declarou que vários ex-diretores da empresa teriam pago propina ao ex-servidor e ao vereador.  

Sintonia Fina
- com Amigos do Lula

29 de mai. de 2012

CPI quebra sigilo da Delta nacional e já pode rastrear José Serra e Paulo Preto

Veja aqui o que o Partido da Imprensa Golpista (PIG) não mostra!




A CPI do Cachoeira aprovou a quebra dos sigilos bancário, fiscal e telefônico da empresa Delta Construções S.A., em âmbito nacional, a partir de 1º de janeiro de 2003 até o presente momento.
Com isso será possível investigar os negócios da empresa no governo José Serra, quando houve contratos milionários assinados entre o ex-diretor da DERSA, Paulo Preto, e o diretor da Delta, Heraldo Puccini Neto, preso na Operação Saint Michel, derivada da Operação Monte Carlo.
 
A convocação de governadores ficou para ser decidida nas próximas reuniões.
 
 
Sintonia Fina
No Amigos do Presidente Lula
via Com Texto Livre

23 de mai. de 2012

Se vão igualar Agnelo e Cabral a Perillo, faltam Serra e Kassab


Veja aqui o que o Partido da Imprensa Golpista (PIG) não mostra!


por Eduardo Guimarães




A mídia demo-tucana é viva, há que reconhecer. Está tendo algum sucesso em confundir o público para livrar a cara dos dois principais envolvidos no esquema de Carlinhos Cachoeira: a revista Veja e o governador Marconi Perillo. Globo, Folha, Estadão, Veja e certa “esquerda” vão minando a credibilidade da CPI do Cachoeira com bobagens:

1)      Dizem que estaria sendo “a mais demorada da história” – a investigação começou não faz nem um mês –, como se rapidez fosse sinônimo de apuração séria e apesar de a Comissão ter prazo de 180 dias para funcionar, os quais podem ser prorrogados por mais 180.

2)      Dizem que a CPI está virando “pizza” porque não vai – ou não ia – igualar os governadores Agnelo Queiroz e Sergio Cabral a Marconi Perillo, como se houvesse contra estes um milésimo do que há contra o governador goiano.

3)      Estão popularizando como bordão a frase estúpida do SMS do petista Cândido Vaccarezza de tal forma que até petistas desandaram a repeti-la a cada 30 segundos, ajudando a nivelar Perillo a Agnelo e Cabral.  Veremos essa frase na mídia durante anos, por conta disso.

4)      Agora, a Folha de São Paulo pegou pra Cristo uma assessora de gabinete do presidente da CPI, Vital do Rego, para estigmatizar ainda mais a CPI, o que mostra que a mídia está em busca de elementos contra os investigadores em vez de se interessar pelos verdadeiros investigados.
Tudo isso é pressão, é para não haver convocação da Veja e para deixarem Marconi Perillo em paz. Sem a revista e o governador tucano, a CPI desaba e a mídia sai do processo revigorada, discursando contra quem dirá que quis “ameaçar a imprensa livre”.

Com seu principal governador e o presidente da CPI no olho do furacão, espanta que o PMDB não reaja. Claro que parcela relevante do partido é tucana, mas a maioria não é, tanto que aprovou a aliança com o PT. A mídia, no entanto, está triturando o PMDB e este reluta em reagir.
Vai aqui, então, uma ajudinha à CPI para não se deixar trucidar pela mídia e pela ingenuidade de certa militância dita “de esquerda”.

Se querem igualar Agnelo e Cabral a Perillo apesar de só haver uma ou duas menções inconclusivas contra o primeiro nas escutas da Polícia Federal e de não haver uma mísera menção a Cabral, por que o ex-governador José Serra e o prefeito Gilberto Kassab estão de fora do rol de convocações de aliados do governo federal que a mídia e a oposição exigem?

Vamos refrescar algumas memórias.  A CPI do Cachoeira já teve  acesso a conversas telefônicas gravadas com autorização judicial entre junho do ano passado e janeiro deste ano. As escutas mostram que a construtora Delta foi favorecida por José Serra durante seu mandato de governador e pelo prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab.

Por exemplo: em janeiro último, Carlinhos Cachoeira telefona para o diretor da Delta Cláudio Abreu e pergunta se ele teria conversado com o então dono da empreiteira, Fernando Cavendish, sobre “O negócio do Kassab”. Em seguida, diz que o prefeito de São Paulo “triplicou o contrato”. Esse fato é de amplo conhecimento dos membros da CPI e do Ministério Público de São Paulo.
Veja, leitor, os diálogos que fizeram o Ministério Público paulista abrir inquérito e que estão sob escrutínio da CPI




A Delta começou a atuar em São Paulo em 2005, quando Serra assumiu o comando do município. Naquele momento, os contratos com o governo paulistano somavam R$ 11 milhões. Em 2006, quando Serra deixou a prefeitura e se elegeu governador, os negócios se multiplicaram sem licitação. Em 2010, os R$ 11 milhões já tinham virado R$ 36,4 milhões. Entre 2008 e 2011, a Delta abocanhou R$ 167 milhões em São Paulo.

A CPI e o Ministério Público de São Paulo, porém, estão atentando muito mais para o fato de a Delta ter vencido, ano passado, uma concorrência para limpeza urbana em São Paulo no valor de R$ 1,1 bilhão. O MP abriu inquérito, inclusive, devido à existência de documentos falsos e de um edital aparentemente dirigido.

Se a Delta cometeu essas irregularidades em outros Estados e municípios, precisamos apurar se isso ocorreu também em São Paulo”, diz o promotor Silvio Marques, do Patrimônio Público.
Há muito mais contra Serra e Kassab do que contra Agnelo e Cabral. Por exemplo: em conversa gravada com autorização judicial em agosto do ano passado, um homem identificado como “Jorge” pergunta a Gleyb Ferreira, membro da quadrilha de Cachoeira, se o edital de uma licitação em São Paulo “evoluiu”.

A quadrilha disse que aguardava “Estar com o edital” naquele dia “à tarde” e que Cachoeira queria que os comparsas conversassem com o Heraldo Puccini Neto, representante da Delta na região Sudeste, pois estava conseguindo “Uma prorrogação com o secretário”.

A Polícia Federal garante que o diálogo se refere a uma concorrência de R$ 1,1 bilhão com o governo de São Paulo e que foi vencida pela empresa ligada ao bicheiro.

A Delta também conseguiu negócios suspeitos com o governo do Estado de São Paulo, então sob administração de Serra. Durante o mandato do tucano, a construtora recebeu R$ 664 milhões do governo paulista. O valor corresponde a 83% de todos os 27 convênios firmados pela Delta com o Estado de São Paulo na última década.

A obra sobre a qual se concentram as suspeitas é a de ampliação da Marginal Tietê. Além de  atrasos e falta de compensação ambiental na obra, o valor pago à Delta aumentou 75% após ela ter vencido a licitação. Ou seja: a empreiteira venceu a licitação com preço mais baixo e depois fez um acerto com o governo do Estado para aumentá-lo.

O Ministério Público de São Paulo instaurou Inquérito para apurar a existência de irregularidades na licitação, superfaturamento e conluio entre agentes públicos do governo de São Paulo, mais especificamente por Delson José Amador e Paulo Vieira de Souza, este conhecido como Paulo Preto, que, durante a eleição de 2010, notabilizou-se como um dos arrecadadores de doações eleitorais a Serra.

Paulo Preto e Amador foram alvos da Operação Castelo da Areia, da Polícia Federal, por envolvimento com empreiteiras. Entre os envolvidos da Delta com a aparente negociata com o governo de São Paulo está o diretor da empreiteira para a região Sudeste, Heraldo Puccini Neto, que está foragido após ter a prisão preventiva decretada.

Na disso, porém, saiu em qualquer outro veículo da grande imprensa. Não passa um dia sem que Globo, Folha de São Paulo, Estadão ou Veja equiparem supostas evidências contra Agnelo Queiroz e Sergio Cabral à montanha de evidências que pesa contra Marconi Perillo, mas Serra e Kassab jamais são mencionados.

Aliás, para não ser injusto, há que reconhecer que nem os militantes ditos “de esquerda” que se dizem preocupados com a “blindagem” de Cabral e com o SMS do Vaccarezza têm cobrado que Serra e Kassab sejam nivelados a Perillo como está ocorrendo com os governadores de Brasília e do Rio de Janeiro.

Não ponho a mão no fogo por nenhum desses aí. A Delta celebrou contratos com 21 Estados, com uma imensidão de municípios e até com o governo federal. Apoiarei, portanto, uma CPI da Delta. Acho até necessária. Agora, transformar a CPI do Cachoeira em CPI da Delta ou do SMS do Vaccarezza, é inaceitável. Mas se querem mesmo fazer isso, então vamos chamar todo mundo para depor, desde que esse “todo mundo” envolva Serra e Kassab.

Todavia, essa será a melhor forma de ajudar Veja e Perillo, contra os quais pesam elementos muito mais graves no âmbito das Operações Vegas e Monte Carlo. Para investigar seriamente o esquema Cachoeira, o correto seria focar nos principais envolvidos e deixar os contratos da Delta com todas essas administrações municipais, estaduais e federal para outra investigação.

A recomendação deste blog à parcela da CPMI do Cachoeira que quer apurar alguma coisa, portanto, é a de que comece a cobrar que Serra e Kassab figurem nas cobranças midiáticas que são feitas pelo nivelamento de Cabral e Agnelo a Perillo. É uma afronta a mídia e a oposição esconderem os envolvimentos desses dois com Cachoeira.


 Sintonia Fina

16 de mai. de 2012

Globo esconde Lula para ajudar Serra

Veja aqui o que o Partido da Imprensa Golpista (PIG) não mostra!



Por Altamiro Borges
 
A TV Globo decidiu não exibir as inserções do PT no horário partidário obrigatório de rádio e televisão. Segundo alegou, a decisão decorreu do atraso do partido na entrega da propaganda. A desculpa, porém, é esfarrapada. Todas as demais emissoras levaram ao ar as peças publicitárias. Na prática, a sabotagem serve como campanha indireta de José Serra à prefeitura da capital paulista.

Como registrou a própria Folha tucana, “a decisão põe em risco a estratégia petista para dar visibilidade ao pré-candidato do partido a prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, antes do horário eleitoral gratuito, em agosto”. Na propaganda, Lula aparece abraçado com o postulante petista, o que é encarado como o maior risco pelos apoiadores de José Serra – e, lógico, pela famiglia Marinho.
 
A direção do PT paulista alegou que o atraso no envio ocorreu porque a decisão que assegurou o direito às inserções foi tomada pela Justiça Eleitoral apenas na semana passada. O partido também criticou a postura da da emissora. “Existe o direito de expressar uma mensagem partidária garantido pela Justiça Eleitoral e, por uma formalidade, ele está sendo negado por uma emissora”, afirmou Antonio Donato, dirigente da sigla.
 
Sintonia Fina

13 de mai. de 2012

Serra pirou de vez?

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Serra diz que Dilma o copia no que faz de bom

Serra diz que Dilma o copia no que faz de bomFoto: Fotoarena/Folhapress


Em entrevista, candidato tucano à prefeitura de São Paulo confere tom nacional à disputa na maior cidade do Brasil e deixa no ar a possibilidade voltar concorrer à presidência da República, mesmo que seja logo daqui a dois anos, em 2014

 
Neste domingo, o jornal Estado de S. Paulo traz uma entrevistareveladora com o tucano José Serra, que lidera as pesquisas para a prefeitura de São Paulo, com 31% das intenções de voto, segundo o Ibope.

Político derrotado em duas eleições presidenciais, para Lula em 2002 e Dilma Rousseff em 2010, Serra é claramente uma pessoa ainda obcecada com o Palácio do Planalto. E mesmo ao falar da disputa local, ele confere a ela um caráter nacional. “São Paulo é uma cidade com receitas de município e problemas nacionais”, disse ele aos jornalistas Alberto Bombig e Bruno Boghossian.

Serra não descartou totalmente a possibilidade de concorrer novamente à presidência em 2014. Ao ser perguntado sobre o que faria se houver um clamor para que ele seja candidato, Serra não fechou as portas, como fez em 2004, chegando até a assinar uma promessa em cartório de que permaneceria os quatro anos na prefeitura. 

“Eu não pensei nisso porque eu estou com o propósito de me eleger prefeito e governar quatro anos. Não creio que vá haver um clamor”, disse ele.

O candidato do PSDB também acredita que, sua campanha em 2010, condicionou o comportamento do governo Dilma. “Muitas das coisas que o governo faz, sem dúvida, foram resultado da minha campanha”, disse ele. “Juros, infraestrutura, mesmo a questão da liberdade de imprensa”.
Ele estaria então sendo plagiado por Dilma? “Eu não acho que, na vida pública, cópia seja plágio. Cópia, se bem feita, de maneira honesta e não eleitoreira, é uma virtude.”

São Paulo

Sobre os problemas da cidade de São Paulo, Serra falou relativamente pouco. Disse que os problemas da mobilidade urbana se resolvem com uma “teia de trilhos por baixo da cidade”, defendeu uma campanha nacional contra o crack, criticando a postura “hesitante” do governo federal e, por fim, elogiou a gestão do prefeito Gilberto Kassab. Disse que problemas na sua avaliação estão relacionados à criação do PSD, que demandaram muito tempo do prefeito fora de São Paulo.

 “Mas é uma sensação, porque, de fato, o Kassab trabalhou muito na administração da cidade”, disse Serra.

Sobre as pesquisas em si, que o apontam como favorito, Serra adotou um discurso cauteloso, longe do “já ganhei”. “Todo político tem que ser meio paranoico”, disse ele.


Sintonia Fina
- com ContrapontoPIG

10 de mai. de 2012

10 motivos para não votar em José Serra

Veja aqui o que o Partido da Imprensa Golpista (PIG) não mostra!



Não se pode esquecer... 


1-) Em 2009   registrou piora generalizada nos índices de crimes no Estado de São Paulo. 
Os roubos alcançaram o mais alto valor da série histórica, com 257.004 ocorrências, 18% acima do ano anterior. O recorde de roubos havia sido alcançado em 2003, quando foram registrados 248.406 casos. Também cresceu o total de casos de latrocínios, sequestros, roubo e furto de veículos. Para piorar, a violência policial também aumentou. (Fonte: Estadão)

2-) O tucanato está horrorizado com a liberdade de imprensa da internet.  
Luiz Nassif foi afastado da TV Cultura e o blog Flit Paralisante, que faz críticas à segurança pública de São Paulo, foi excluído pelo Google, por causa de pedido judicial  de José Serra. Mas o blog já está no ar. Visite Flit Paralisante. Veja a ordem judicial a pedido de José Serra.

3-) São Paulo é o Estado brasileiro com o maior número de pedágios e onde seu número mais cresce. Em 1997, existiam apenas 40 praças, todas sob gestão estatal. Nos anos seguintes, a política de concessão das rodovias para a iniciativa privada praticada pelos governos do PSDB multiplicou por 5,5 o número de pedágios e hoje eles são 225. E a ameaça continua, pois Serra já anunciou que seu número vai aumentar. Desde que tomou posse, ele criou 82 novas praças de pedágio. A arrecadação de pedágios nas rodovias paulistas vai atingiu R$ 4,55 bilhões em 2009, nível recorde, 17,3% superior ao arrecadado em 2008. Os dados são da Artesp (Agência de Transportes do Estado de São Paulo). (Fonte: Folha e SMABC)

4-) Em 1988, Walter Fanganiello Maierovitch era juiz da 2ª Zona Eleitoral de São Paulo. 
Flavio Bierrenbach, hoje Ministro do Tribunal Superior Militar, no dia 29 de outubro de 1988 foi ao horário eleitoral gratuito e faz a seguinte declaração: “ No dia 15 de novembro, João Leiva vai ter que derrotar dois Malufs. Um Maluf todo mundo conhece, aquele que nasceu no lodo da ditadura. O outro, poucos conhecem. José Serra entrou pobre como Secretario do Planejamento de Franco Montoro e saiu rico”. Serra abriu um processo contra Bierrenbach por calúnia, difamação e injúria. Este processo foi parar nas mãos do juiz Maierovitch. Foi quando Bierrenbach entrou com recurso pedindo “exceção da verdade”, ou seja, queria provar que o que ele disse era verdade. O juiz Maierovitch recebeu o recurso e encaminhou os pedidos para ter acesso à declaração de renda de Serra à Receita Federal, à movimentação de contas em bancos, à prestação de contas de Serra à Justiça Eleitoral, à convocação de testemunhas. Após várias manobras, Serra conseguiu travar o processo na justiça para não ser investigado. (Fonte: PHA)

5-) O governo tucano, dominante em São Paulo, barra todas as CPI’s que tentam investigar possíveis desvios na sua gestão. 
Dos 83 engavetamentos de CPI na Assembléia Paulista, 70 aconteceram na gestão Geraldo Alckmin, e 13 no atual governo. Sob Serra, os pedidos de investigação não obtiveram sequer o número de assinaturas necessárias para que as CPIs fossem protocoladas. Entre elas estão a CPI da Máfia caça níqueis, a CPI das Estatísticas criminais, que buscavba investigar a omissão de dados da violência no Estado; a CPI do Baixo desempenho escolar; a dos Cartões corporativos que tinha como alvo de investigação os gastos de R$ 108 milhões, "aplicados" até em casas noturnas; a CPI das Ongs no Governo Alckmin (60 contratos sem licitação e prejuízo de R$ 80 milhões); a CPI das Rodovias, para investigar as privatizações tucanas e os pedágios mais caros do país; a CPI da Alstom, que envolve contratos bilionários da multinacional francesa com o governo paulista; além de várias outras. (Fonte: Vermelho)

6-) Recentemente, os professores da rede estadual decidiram paralisar as escolas.  
O protesto foi motivado pela proposta, feita pelo governo, de incorporar as gratificações ao salário dos professores. Com esse projeto, o reajuste salarial da categoria ficaria em apenas 0,27% para professores até a 4ª série do ensino fundamental, além de 0,59% para os professores da 5ª série do ensino fundamental ao ensino médio. Em outro local, os servidores da saúde também fizeram uma passeata pela manhã e entraram em “estado de greve. Além de reajustes, eles reclamam que Serra promove um sucateamento do sistema em todo o estado. Segundo a categoria, as terceirizações no sistema prejudicam servidores e pacientes. Foi adotado o estado de greve, e os trabalhadores se preparam para montar um calendário com as paralisações. Os policiais também ameaçam com paralisações. (Fonte: Vermelho)

7-) No estado de São Paulo, até o final de janeiro, cerca de 70 pessoas já haviam morrido em decorrência dos desabamentos e afogamentos.
Num total de 132 cidades paulistas tinham sido atingidas por inundações e desmoronamentos; bairros da capital e 26 municípios do interior estavam alagados. Este é o cenário resultante do descaso do governo, que passou a investir mais em publicidade do que em obras. De acordo com dados do Orçamento do Estado, em 2010 houve redução de 20% nas operações de combate a enchentes. Em 2009, foram previstos R$ 252 milhões; já em 2010, estão estimados R$ 200 milhões – uma queda de R$ 51,5 milhões. “Os números revelam que será cortado quase o dobro do valor dos atuais contratos para desassoreamento da calha do Rio Tietê, que somam R$ 27,2 milhões. O orçamento estadual também prevê menos investimentos em serviços e obras complementares da Bacia do Alto Tietê. O corte proposto para 2010 é de 61%. Já no Departamento de Água e Energia Elétrica, órgão do governo responsável pelas obras da calha do Tietê, foi previsto um corte de R$ 20,3 milhões. (Fonte: Blog do Miro)

8-) Sucateamento do ensino estadual. 
O salário que um professor doutor recebe hoje é cerca de R$ 6.300,00, mas, o que chega efetivamente às suas mãos, após desconto da previdência e do imposto de renda, fica em torno de R$ 4.500,00. Nada que dignifique um profissional que, tipicamente, passou mais de seis anos completando sua formação universitária em nível de pós-graduação. Na briga por alunos, as faculdades privadas sabem que devem apostar na qualidade de seus professores; logo, vão buscar os talentos das universidades públicas. Em várias faculdades públicas já estão faltando professor. As universidades públicas correm, assim, o risco de não mais atrair os melhores alunos e, aí, está selado o sucateamento definitivo. Os funcionários da USP foram protestar por melhores salários. A reação de José Serra? Mandar a cavalaria para cima dos estudantes e professores, gerando um vergonhoso conflito no campus onde algumas pessoas saíram feridas. (Fonte: Folha, UOL e ADUSP)

9-) Não se engane quando você ouve nos comerciais pessoas risonhas e contentes bradando que nunca antes se investiu tanto em transporte em São Paulo. 
Ora! O governo PSDB está há 16 ANOS, ou seja, se nunca se investiu antes, a culpa é única e exclusiva dos governantes do partido. E nestes 16 anos de governo do PSDB em São Paulo, foram entregues 15 novas estações, sendo que apenas uma delas, a Alto do Ipiranga, foi entregue em um ano impar (2007). Ou seja, todas as outras foram concluídas em anos eleitorais. A linha Amarela 4 – Amarela deve começar a operar com apenas duas estações, Paulista-Faria Lima, até o final de março. Em abril, o governador José Serra deve se licenciar do cargo para se candidatar à presidência. Mais quatro estações serão inauguradas até o final do ano. As outras cinco previstas devem ser concluídas em 2012 e 2014. O ritmo acelerado propagandeado pela publicidade contrasta com os dados dos 16 anos de PSDB. Foram apenas 28 km de Metrô construídos. Desse total, 8 km são da linha lilás, que liga o Capão Redondo, na Zona Sul, ao Largo Treze, na mesma região. Esse trecho não tem conexão com nenhuma outra linha do Metrô. As outras ampliações se deram na linha verde e vermelha. Esse crescimento tímido da malha viária não tem comportado o crescimento da demanda pelo transporte. O Metrô de São Paulo é considerado pela CoMET (Comunidade de Metrôs) como o mais lotado do mundo, com 10 milhões de passageiros por quilômetro de linha. Mesmo com o incremento que será propiciado com a linha-4, o Metrô paulista continuará ostentando esse título e ainda será o menor entre as 10 maiores metrópoles do mundo. (Fonte: Brasil de Fato)



10-) Por fim, José Serra representa um governo que tem nos bastidores pessoas como FHC, responsáveis por muitas mazelas que só hoje puderam ser corrigidas.

Sintonia Fina
- com 45 Motivos 

1 de mai. de 2012

São Paulo fez contratos de quase um bi com a Delta; Paulo Preto assinou o maior deles, no governo Serra

Veja aqui o que o Partido da Imprensa Golpista (PIG) não mostra!



por Conceição Lemes
Nesta semana começam efetivamente os trabalhos da CPI que investigará as relações do bicheiro Carlinhos Cachoeira com políticos, autoridades e empresários. Um dos alvos, a Delta Construções, de Fernando Cavendish. Suspeita-se, com base em informações da Operação Monte Carlo, realizada pela Polícia Federal (PF), do envolvimento da empresa com Cachoeira.

No dia da instalação da CPI do Cachoeira, 19 de abril, o governador Geraldo Alckmin (PSDB), ao ser questionado sobre os contratos da Delta com o Estado de São Paulo, disse não estar preocupado com eles, segundo a Folha de S. Paulo: “Nem sei se tem [contratos], se tem são ínfimos ”.

E verdade é outra. Levantamento feito pelo blog Transparência SP revela que, de 2002 a 2011, a Delta fechou pelo menos 27 contratos (incluindo participação em consórcios) com empresas e órgãos públicos do governo do Estado de São Paulo.

Na lista de contratantes, Desenvolvimento Rodoviário S.A. (Dersa), Departamento de Estradas de Rodagem (DER), Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE), a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) e Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Somam cerca de R$ 800 milhões em valores nominais. Em valores corrigidos (considerando a inflação do período) chegam a R$ 943,2 milhões.

 
Desses R$ 943,2 milhões, R$ 178, 5 milhões foram celebrados nas gestões Alckmin (2002 a março de 2006 e de janeiro de 2011 em diante) e R$ 764,8 milhões no governo de José Serra (janeiro de 2007 a abril de 2010).

DERSA CONTRATOU DELTA PARA A NOVA MARGINAL DO TIETÊ POR R$ 415.078.940,59

O maior contrato da Delta com órgãos e empresas do governo do Estado de São Paulo foi com a Dersa para executar a ampliação da marginal do rio Tietê: R$ 415.078.940,59 (valores corrigidos)

Apesar de condenada por ambientalistas, geólogos e urbanistas, a Nova Marginal do Tietê foi anunciada em 4 de junho de 2009, com bumbos e fanfarras, pelo então governador José Serra (PSDB) e o prefeito Gilberto Kassab (hoje PSD, na época DEM).


Na época, o portal do governo do Estado de São Paulo informou: Investimento de R$ 1,3 bilhão prevê, além de novas pontes e viadutos, plantio de cerca de 83 mil árvores e implantação de ciclovia.

“irá o tempo das viagens em cerca de 35%; “tráfego para as rodovias Castelo Branco, Ayrton Senna, Dutra, Fernão Dias, Anhanguera e Bandeirantes terá fluxo mais rápido”; junto com o Rodoanel e o Complexo Anhanguera, a Nova Marginal pretende aliviar o trânsito nas principais interligações de bairros de São Paulo e evitar o trânsito de veículos de passagem por bairros e o centro da cidade”.
Serra ainda afirmou:

“É uma obra que é financiada com recursos do Tesouro e com dinheiro público das concessionárias, que é dinheiro do pedágio, segundo projeto e orientação do próprio Governo”.
”é uma obra que está tendo todo o cuidado ecológico, o que não é tradição em São Paulo, pois as obras e a devastação andavam de mãos dadas, mas isso acabou nos tempos atuais”.

A obra tinha dois lotes: 1 e 2. A concorrência do chamado lote 2 foi vencido pelo consórcio Nova Tietê, liderado pela Delta (participação de 75% a 80%).
Extrato do contrato assinado em 13 de maio de 2009 e publicado no dia seguinte no Diário Oficial Empresarial revela o valor da obra: R$ 287.224.552,79.


PAULO PRETO E DELSON AMADOR ASSINAM O CONTRATO PELA DERSA COM A DELTA
O consórcio da Delta venceu a licitação para o lote 2 da Nova Marginal do Tietê com uma diferença de R$ 2,4 milhões em relação ao segundo colocado, o Consórcio Desenvolvimento Viário (EIT – Empresa Industrial Técnica S/A — e Egesa Engenharia), que, por sinal, ganhou o lote 1.

Curiosamente 1: 1 ano 4 meses depois, o consórcio da Delta conseguiu um “aditamentozinho” de R$ 71.622.948,47 no contrato.


Curiosamente 2: Na época da licitação, Paulo Vieira de Souza era diretor de Engenharia da Dersa, e seu presidente Delson José Amador, que acumulava a superintendência do DER.

Paulo Vieira de Souza é o Paulo Preto, ou Negão, como é mais conhecido. Até abril de 2010 foi diretor da Dersa. Com uma extensa folha de serviços prestados ao PSDB, foi apontado como arrecadador do partido e acusado pelos próprios tucanos de sumir com R$ 4 milhões que seriam destinados à campanha do então presidencial José Serra. O dinheiro teria sido levantado principalmente junto a empreiteiras com as quais ele possuía relações estreitas.

O nome de Paulo Preto apareceu ainda na investigação feita pela Polícia Federal que resultou na Operação Castelo de Areia. Na ação, executivos da construtora Camargo Corrêa são acusados de comandar um esquema de propinas em obras públicas.

Delson Amador também apareceu na Operação Castelo de Areia. Assim como Paulo Preto, seu nome constava da apreendida pela Polícia Federal na Camargo Corrêa.

Em 1997, durante a presidência de Andrea Matarazzo, Amador virou diretor da Cesp. Aí, foi responsável pela fiscalização de obras tocadas pela Camargo Corrêa, como a Usina de Porto Primavera, e a Ponte Pauliceia, construída sobre o Rio Paraná para ligar os municípios de Pauliceia, em São Paulo, e Brasilândia, em Mato Grosso do Sul. Amador foi ainda chefe de gabinete de Matarazzo na subprefeitura da Sé.

HERALDO, O FORAGIDO, É QUEM ASSINOU PELA DELTA O CONTRATO DA NOVA MARGINAL

Curiosamente 3: Certidão emitida pela Junta Comercial de São Paulo mostra que o representante legal do Consórcio Nova Tietê é Heraldo Puccini Neto, diretor da Delta Construções para São Paulo e Sul do Brasil.

Escutas realizadas com autorização judicial revelam que é um dos interlocutores mais próximos de Cachoeira. Documentos disponibilizados na internet referentes ao processo contra Carlinhos Cahoeira no Supremo Tribunal Federal (STF) mostram a proximidade de Heraldo com o bicheiro e como a quadrilha preparava editais para ganhar licitações.



É possível que esse mesmo modus operandi tenha sido aplicado pela Delta em várias licitações como as feitas pelo governo do Estado de São Paulo.

Heraldo teve a prisão decretada pela Justiça Federal na semana passada. Foi a partir de investigações realizadas no âmbito da Operação Saint Michel, braço da Monte Carlo.
Um grupo de policiais civis de Brasília chegou às 6 horas da última quarta-feira 25 ao apartamento dele, no Morumbi, em São Paulo. Heraldo não estava nem foi localizado pela polícia. É considerado foragido da Justiça.

Curiosamente 4: Num despacho de setembro de 2011 do Tribunal de Contas de São Paulo (TCE-SP) referente ao contrato da Nova Marginal, aparecem juntos Paulo Preto, Delson Amador e Heraldo Puccini Neto. Os dois primeiros como contratantes. O último como contratado.

DEPUTADOS PEDEM AO MP QUE APURE INDÍCIOS DE IRREGULARIDADES
A essa altura algumas perguntas são inevitáveis:
1. Considerando que o senador Demóstenes Torres é sócio oculto da Delta e apoiou José Serra em 2010, será que dinheiro da Nova Marginal do Tietê irrigou a campanha do tucano à presidência?

2. Entre os R$ 4 milhões que teriam sido arrecadados por Paulo Preto e não entregues ao PSDB, haveria alguma contribuição da Delta?

3. Paulo Preto ou Delson Amador teve algum contato direto com Cachoeira?
Na sexta-feira 27, parlamentares paulistas protocolaram representação no Ministério Público Estadual de São Paulo (MPE-SP) para que investigue indícios de irregularidades, ilegalidades e improbidades nos contratos formalizados pela Dersa com empresas e consórcios, entre os quais o Consórcio Nova Tietê, capitaneado pela Delta.

Encabeçada pelo deputado estadual João Paulo Rillo e assinada por Adriano Diogo, ambos do PT-SP, a representação pede que o MP apure possíveis atos de improbidade administrativa praticados por José Serra, Paulo Preto e Delson Amador, diante de sinais de superfaturamento das obras de ampliação da Marginal Tietê.

A propósito. Lembram-se que, em 2009, durante o lançamento da Nova Tietê, José Serra disse: “é uma obra que está tendo todo o cuidado ecológico, o que não é tradição em São Paulo, pois as obras e a devastação andavam de mãos dadas, mas isso acabou nos tempos atuais”?

Na ocasião, a propaganda do governo estadual indicava que as pistas seriam cercadas por frondosas árvores e arbustos. E a secretária de Saneamento e Energia, Dilma Pena (atualmente preside a Sabesp), ressaltou a importância de recuperar o espaço das margens do Tietê com uma via parque, uma ciclovia e o plantio de 65 mil mudas.

Pois bem, dois anos após o término das obras, a marginal Tietê ainda está à espera das 65 mil mudas que deveriam ter sido plantadas pelo governo paulista como compensação ambiental, em 2010. Ainda árvores morreram ou não se desenvolveram no solo árido das margens do rio. A falta de árvores foi conStatada em perícia realizada pelo Sindicato dos Arquitetos. A entidade move ação civil pública contra a Dersa, que, como responsável pela obra, é obrigada a repor cerca de 30% dos espécimes.

Será que a Nova Marginal do Tietê, além de mãos dadas com a devastação, também se banhou na cachoeira preta?


Sintonia Fina
- com ContrapontoPIG

27 de abr. de 2012

DA SÉRIE: POR QUE SERRA ESTÁ NERVOSO?

Veja aqui o que o Partido da Imprensa Golpista (PIG) não mostra!



Algumas hipóteses pinçadas das páginas dos jornais esta semana:

I) a  política social do ciclo Lula reduziu à metade a mortalidade infantil no país na década passada, informa o Censo de 2010 do IBGE. No Nordeste a taxa caiu 58,6%  entre 2000 e 2010.

II) o governo Dilma acionou os bancos estatais e emparedou a banca privada entre a concorrência e a execração pública: os juros estão em queda  sem que a  inflação escape ao controle.

III) No primeiro trimestre, as cartas consultas para financiar  investimentos industriais  junto ao BNDES cresceram 37% em comparação com janeiro/março de 2011 .

IV) Um governo de coalizão entre bicheiro e tucanos foi flagrado em Goiás pela operação 'Monte Carlo', da PF. Carlinhos Cachoeira, em escuta da PF: "nós pusemos ele" (Perillo, fiel aliado de Serra no PSDB)" lá" (no Palácio das Esmeraldas).

V) Sob a administração Kassab aumentou em 6% o número de moradores de rua em SP: de 13.66, em 2009, para 14.458, em 2011.

VI) Faltam professores em 32% da rede estadual de ensino em SP, administrado há  17 anos pelo PSDB.

VII) Serra, 70 anos, em tom jovial: 'Modéstia à parte, sempre fomos muito inovadores'. Por exemplo: ao assumir o governo do Estado em 2006, o tucano ' inovou'  nos serviços de desassoreamento do rio Tietê, interrompendo-os  por quatro anos seguidos. A 'inovação'  pôs a perder R$ 1,7 bi em gastos realizados com a limpeza do rio durante os quatro anos anteriores.

Hoje a meta do Estado é recuperar a vazão do Tietê existente antes de Serra assumir o governo, período em que 3 milhões de m³ de detritos se acumularam no leito do rio.

O espírito inovador agravou a frequência e a gravidade das inundações na capital, cuja prefeitura Serra agora vai disputar.

Em setembro de 2009, por exemplo, mesmo fora da temporada de chuvas, uma tempestade naufragou São Paulo. Desde então, a cada verão o rio transborda.

No ano passado, ao final de fevereiro, o Tietê já havia transbordado três vezes, o que levou o governo Alckmin a tomar a decisão de voltar a investir em obras de desassoreamento para recuperar uma  vazão de 1.048 m³ por segundo.
A mesma capacidade de sete anos atrás, quando Serra 'inovou'.
   
Sintonia Fina
- com o Carta Maior

Perillo na Privataria Tucana, no mesmo paraíso fiscal da filha de Serra.

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A deputada federal Iris de Araújo   (PMDB-GO) solicitou ao Ministério da Fazenda que o COAF investigue a existência de contas bancárias do governador Marconi Perillo (PSDB-GO) no exterior.

Essas suspeitas vem desde 2006, quando o senador Demóstenes Torres (ex-DEM-GO) candidatou-se a governador de Goiás rompendo com Marconi Perillo (PSDB), e fazendo campanha de oposição à ele, inclusive com forte denuncismo.
Nesta época circulou em Goiás um dossiê apócrifo contendo movimentações financeiras em nome de uma offshore sediada nas Ilhas Virgens Britânicas, da qual Perillo seria um dos dirigentes.

Segundo o Piguento
portal 247, agora se sabe que o referido dossiê foi preparado por um araponga de Cachoeira.

O paraíso fiscal das Ilhas Virgens Britânicas é o mesmo onde a filha de José Serra, o genro, e o ex-caixa de campanha do tucano, Ricardo Sérgio de Oliveira, movimentaram dinheiro em empresas offshore, conforme demonstrado no livro "A Privataria Tucana".


No início de 2010,
o gabinete do promotor goiano Fernando Krebs (do Ministério Público Estadual de Goiás), também recebeu denúncias de contas ilegais no exterior supostamente em nome de Paulo Silva de Jesus, que era primeiro suplente de Marconi Perillo no Senado. O dinheiro seria proveniente de desvios na CELG (companhia estadual de eletricidade). Um Procedimento Investigatório Criminal foi instaurado, e desde então não há mais notícias.


Sintonia Fina
- com Amigos do Lula

24 de abr. de 2012

Serra candidato á presidente ataca Dilma e o PT

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A cada dia que passa,em cada discurso que faz,o candidato do PSDB à Prefeitura de São Paulo, José Serra,prova que vai abandonar a prefeitura para se candidatar a Presidência da República. Ontem, segunda (23, Serra subiu no palanque, não para mostrar para os cidadãos paulistanos seu plano de  prefeito para a cidade, mas para atacar o PT e a presidente Dilma

Serra disse que, o PT é "um partido que atua para destruir adversários, e não para fazer política".

José Serra não tem memória ou é um político mau caráter, dissimulado? 

Ele esqueceu que na última campanha presidencial, fez ataques pessoais a presidente Dilma

Serra transformou a discussão política em intriga religiosa

Fez  insinuações maldosas sobre a sexualidade e espalhou boatos mentirosos sobre Dilma estar proibida de entrar nos EUA?

E qual é mesmo  o nome do candidato que usou arapongagem para  destruir a campanha de Roseane Sarney?

Qual é o nome do político rei dos dossiês contra adversários políticos?

Quem realmente tem a seu lado uma tropa inescrupulosa de destruidores de reputação?

Quem mesmo que que gosta de destruir adversários, seu Serra?

José Serra está atacando Dilma por que é candidato á presidência e por que leu a última pesquisa do DataFolha:


O Datafolha investigou o que ocorreria se  Serra disputasse a presidência com Dilma. E deu que Dilma venceria por larga margem, com 69% contra 21% de Serra.


Se esse hipotético embate se repetisse, 6% dos eleitores não votariam nem em Serra nem em Dilma. Outros 4% se declararam indecisos.


Sem a Marina, o Serra não passaria do primeiro turno. E ainda tem gente que acredita nele... 


Fica comprovado que José Serra não precisa de ninguém para destruí-lo. Ele é auto-destrutivo.O Serra só existe porque os barões da mídia insistem em seu nome. Ele não tem conteúdo e é desagregador. Além de privatarista...


Sintonia Fina 
- com Amigos do Lula

19 de abr. de 2012

Revista 'Veja': Como trabalha; a quem serve

Veja aqui o que o Partido da Imprensa Golpista (PIG) não mostra!

O dispositivo midiático demotucano tem martelado em tom de condenação sumária que a construtora Delta - suspeita de ser uma espécie de caixa de compensação bancária do esquema Cachoeira/Demóstenes - é a empresa com o maior volume de contratos junto ao PAC.

Esse traço evidenciaria, sugere o tom do noticiário, um comprometimento automático do governo e do PT com a quadrilha manejada por Cachoeira.

Mais de 80% das licitações vencidas pela Delta são de obras sob a responsabilidade do Dnit, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes.

Dos R$ 862,4 milhões pagos à construtora em 2011, 90% vieram do órgão. Nesta 3ª feira, uma pequena nota escondida num canto de página da Folha, baseada em escutas da PF mostra que:

a) o Dnit estava insatisfeito com a qualidade e irregularidades das obras tocadas pela Delta;
 
b) desde 2010 o Dnit iniciou uma série de processos que poderiam levar a perdas de contratos pela construtora, ademais de submetê-la a investigações da PF e do Tribunal de Contas;
    
c) o agravamento dos atritos levou a Delta a acionar Cachoeira e seu grupo, que passaram a trabalhar pela queda do então diretor-geral do Dnit, Luiz Antonio Pagot, uma indicação do PR, o Partido Republicano;
    
d) em gravações feitas pela PF no primeiro semestre de 2011, Cachoeira diz a Claudio Abreu, diretor da Delta, que já estava fornecendo informações sobre irregularidades no Dnit para a revista "Veja";

e) a presidente Dilma Rousseff pediu o afastamento de Pagot no dia 2 de junho, depois que 'denúncias' contra o Dnit foram publicadas pela 'Veja', envolvendo suposto esquema de propinas que beneficiariam o PR;

f) Pagot alegou inocência e resistiu até o dia 26 de julho, quando entregou a carta de demissão, em meio a uma crise que já havia derrubado toda a cúpula do ministério dos Transportes ligada ao PR (incluindo o ministro);
    
g) o ex-presidente Lula tentou evitar a queda de Pagot. Não por acreditar em querubins.

 
Preocupava-o a rendição recorrente ao denuncismo gerado por disputas entre quadrilhas associadas a órgãos de imprensa. Lula estava certo.


Sintonia Fina
-com Com Texto Livre

18 de abr. de 2012

O GRANDE MEDO DA OPOSIÇÃO E DO PIG: Estadão conserta fala de Serra sobre CPI, com medo do elo Delta-Dersa-Paulo Preto

Veja aqui o que o Partido da Imprensa Golpista (PIG) não mostra!

José Serra preocupa-se com contratos entre a DERSA e a Delta Construções.
Serra era governador e Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto, era diretor da DERSA

 Só na terça-feira, depois que o PT, PCdoB, PDT, PSB, PSOL e outros garantiram as assinaturas para a CPI do Cachoeira, e ficou comprovado que era irreversível, José Serra (PSDB/SP) se manifestou, nas páginas do Estadão.

Antes disso, procura-se uma declaração do tucano sobre o assunto.
Eis o que o jornalão publicou:

    "Sinceramente, eu dou meu voto de confiança ao Marconi Perillo e acho que ele está aberto a qualquer investigação que haja".

    "Para saber o que vai acontecer, precisa ter bola de cristal, mesmo porque eu fiquei surpreso com isso tudo... É verdade aquilo que se diz: CPI você sabe como entra, mas não sabe como sai."


O Estadão interpretou o texto acima como: "Serra também defendeu as investigações que serão realizadas pela CPI".

Foi isso que vocês entenderam?

As declarações de José Serra publicadas não foram de apoio coisa nenhuma. Foram de receio.

O Estadão "consertou" na narrativa para não pegar mal.



José Serra tem medo da CPI abordar os remédios genéricos do Cachoeira, e o envolvimento da empreiteira Delta com Paulo Preto (através da DERSA), quando foi governador de São Paulo.


Sintonia Fina 
- com Amigos do Lula

12 de abr. de 2012

Tabelinha para matar tucano. Lula+Dilma 10 x 0 Serra+FHC

Veja aqui o que o Partido da Imprensa Golpista (PIG) não mostra!

O amigo navegante João Pedro, aquele, enviou esta outra tabelinha que provocará crise de taquicardia aguda no FHC e seu Privator-Mor, o Serra.

É divertido:







CONTRA NÚMEROS, AS MACHETES DA GLOBO E DOS PIGs NÃO FAZ ECO...


Sintonia Fina
-com Conversa Afiada

19 de nov. de 2011

Chuíça (*): justiça faz a limpa no Metrô do Cerra

REPRODUZINDO O CONVERSA AFIADA




Como se sabe, o PIG (**) está muito preocupado em derrubar o Lupi porque ele pegou carona em um avião e usou diárias do governo em missão partidária (Clique aqui para ler a carta mulher do Lupi )

Me ligou o Vasco, navegante de longo curso:

-Descobri um problema dos tucanos interessante.

-Os tucanos não tem nada de interessante, respondi

- Nããããão, reagiu Vasco, é um probleminha que, diante do Lupi, nem merece ser citado.

_ O que é, Vasco?

- A limpa no metrô do Cerra:


O Conversa Afiada reproduz texto do R7:


Justiça manda afastar presidente do Metrô

e suspender contratos da Linha-5 Lilás


Sérgio Henrique Passos Avelleda é investigado por irregularidades em contrato


A Justiça de São Paulo determinou, nesta sexta-feira (18), o afastamento do presidente do Metrô de São Paulo, Sérgio Henrique Passos Avelleda. Além disso, mandou suspender imediatamente a execução dos contratos para as obras de ampliação da Linha 5-Lilás. Em ambos os casos, o descumprimento da determinação acarretará em multa diária de R$ 100 mil.


De acordo com denúncia oferecida pelo Ministério Público, havia indícios de fraude na licitação da linha Lilás. A denúncia aponta que vencedores de dois lotes seriam conhecidos antes mesmo da abertura dos envelopes. Empresas que ofereceram valores maiores acabaram vencendo lotes da licitação.


O edital da licitação previa que uma empresa ou consórcio de empresas poderia vencer apenas um dos oito lotes em disputa. Isso significa que o ganhador do lote 1, por exemplo, não teria as propostas para os demais trechos abertas. A obra de prolongamento do ramal estava prevista entre o Largo Treze e a Chácara Klabin.


(*) Chuíça é o que o PiG de São Paulo quer que o resto do Brasil ache que São Paulo é: dinâmico  como a economia Chinesa e com um IDH da Suíça.


Sintonia fina