22 de mai de 2012

A repórter loira, o suposto negro estuprador e uma sequência nojenta

Veja aqui o que o Partido da Imprensa Golpista (PIG) não mostra!



Renato Rovai

É preciso que se mova uma ação contra a concessionária pública que dá voz a uma repórter irresponsável como essa.
É preciso que entidades de Direitos Humanos e da questão negra também se posicionem.

O vídeo que segue do Brasil Urgente, da Band, da Bahia, é um exemplo de jornalismo pra lá de esgoto.

 Uma repórter loirinha, com rabinho de cavalo à la Feiticeria, coloca um jovem negro, com hematoma aparente de uma agressão recente, numa situação absolutamente constrangedora.

Julga-o antes da Justiça, humilha-o por conta de sua ignorância em relação aos seus direitos e ao procedimento a se realizar num exame de corpo delito e acha isso tudo muito engraçado.


É preciso que se mova uma ação contra a concessionária pública que dá voz a uma repórter irresponsável como essa. Isso mesmo, irresponsável. Estou à disposição da Justiça para me defender em relação ao termo utilizado. A propósito, a concessionária é a Band.

É preciso que entidades de Direitos Humanos e da questão negra também se posicionem. Também é urgente que entidades como o Sindicato dos Jornalistas da Bahia a Fenaj reajam a essa barbaridade.


Assista ao vídeo abaixo e veja se existe exagero do blogueiro.




Sintonia Fina

Um comentário:

Mister John disse...

Lamentável a conduta dessa "repórter", pois além de expor uma pessoa que ainda era SUSPEITA de um crime, satirizou um exame muito importante e sério! Esse tipo de brincadeira anda no sentido contrário às campanhas do SUS para promover a prática do mesmo entre os homens!