6 de ago de 2012

VEJALÃO...

Veja aqui o que o Partido da Imprensa Golpista (PIG- Partido da Imprensa Golpista) não mostra!


Lista de Furnas: Revista Veja divulga release do Governo de Minas


Em clara estratégia de desqualificar provas e denunciante, revista adota prática abolida ao publicar release produzido pelo Governo mineiro

Prática do passado no meio jornalístico, conhecida como “matéria paga”, volta a ser utilizada sem qualquer pudor pela revista que se apresenta como a de maior circulação nacional e que se encontra no meio de um enorme furacão, acusada de estar a serviço de diversos esquemas criminosos, principalmente em relação às matérias publicadas no intuito de criar clima político favorável à sigla partidária, como se fossem de conteúdo jornalístico. 
Após Veja publicar matéria de capa informando que a “Lista de Furnas” era um documento falso, atribuindo a Nilton Monteiro e ao deputado Rogério Correia a autoria do crime. Agora, diante da apresentação de denúncia pela Procuradora da Republica, Andréia Bayão Ferreira, contra os envolvidos no esquema, fundamentada na perícia e investigações da Polícia Federal, além de confirmar a autenticidade do documento, afastou por definitivo a possibilidade de qualquer fraude praticada por Nilton Monteiro.
 
Na tentativa de intimidar e amenizar os efeitos do que sabidamente ocorrerá através de um enorme pedido de indenização, Veja ataca o advogado Dino Miraglia. Tudo através da publicação de um release distribuído em 2011, pelo Governo de Minas - principal interessado em desmentir a “Lista de Furnas”- quando da prisão de Monteiro. De 2011, o release defende a tese já desmascarada pela Polícia Federal.
 
O colunista Reinaldo Azevedo, conhecido por seu envolvimento com as principais lideranças tucanas - para alguns que não sabem de seu envolvimento com Daniel Dantas- inova ao citar nota do Senador Delcídio Amaral, (PT), porém, para quem acompanha sua trajetória sabe que ele, assim como Delcídio Amaral, sempre defendeu os interesses de Daniel Dantas dentro do PT. 
 
Delcídio Amaral, este sim um falsário, que assinou uma declaração falsa atestando que o prefeito de Belo Horizonte, Marcio Lacerda, não tinha sido investigado pela CPMI dos Correios, o que foi desmentido através do 1º Relatório de Movimentação Financeira, elaborado pela comissão de inquérito, conforme apurado e noticiado por Novojornal.
 
Igualmente o delegado Marcio Nabak, citado na nota do Colunista de Veja como acusador, vem sendo, desde 2011, investigado pela Promotoria Especializada na Defesa do Patrimônio Público de Minas Gerais, através da Promotora Patrícia Medina Varotto de Almeida, por prática de crimes como o de juntada de peças clandestinas e falsas em diversos inquéritos que presidiu. 
 
As irregularidades no inquérito que investigou Nilton Monteiro são tamanhas que os autos não ficam na delegacia, permanecem em posse do delegado, sendo inclusive motivo de pedido a Corregedoria de Polícia de Minas Gerais para que o mesmo devolva o inquérito. Evidente que Nilton Monteiro teve participação em todo esquema montado na “Lista de Furnas”, não como falsário e sim como arrecadador dos recursos, conforme descrito na denúncia da Procuradora da República. 
 
Documentos que fundamentam esta matéria
 
 
 

Sintonia Fina

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