16 de ago de 2013

Protestos foram contra Alckmin e o propinão tucano, mas Globo corrompeu a notícia para blindar PSDB



Em São Paulo, milhares de pessoas fizeram dois protestos na quarta-feira (14) contra o propinão tucano no metrô e trens. Uma delas exigia uma CPI na Assembléia Legislativa, coisa que o governador Geraldo Alckmin (PSDB) impede, usando o rolo compressor da maioria dos deputados que o apoiam.




Outra passeata foi convocada pelo Sindicato dos Metroviários, ligado à CSP-Conlutas, e ganhou apoio de outras organizações como o Movimento Passe Livre.

O motivo é a revolta com os trabalhadores e passageiros sofrerem ao longo dos anos de corrupção e privataria tucana todo tipo de cortes, arrocho e precarização, e se espremerem cada vez mais dentro dos vagões, enquanto bilhões eram desviados para grandes empresas multinacionais mediante propinas à tucanos paulistas.

O nome do governador Alckmin estava presente na maioria dos cartazes e faixas dos manifestantes, mas no "Jornal Nacional", da TV Globo, a notícia saiu corrompida. Nem sequer citou o nome de Alckmin, nem relacionou ao escândalo do propinão do Metrô. Divulgou a notícia como se fosse um protesto por melhorias nos transportes "contra a corrupção" genérica, escondendo que era contra o propinão. Rapidamente passou a focar nos confrontos com a polícia, quando um grupo tentou entrar na Assembléia Legislativa, e outro na Câmara de Vereadores de São Paulo.

A Globo também fugiu até da palavra CPI, não citando-a no noticiário. Será por que tem outra CPI sendo pedida em Brasília? Aquela, onde o objetivo é investigar o escândalo da suposta sonegação no imposto de renda pela TV Globo na compra de direitos de transmissão da Copa de 2002 da FIFA através de operações em paraísos fiscais.

A Sintonia Fina - @riltonsp
Amigos do Presidente Lula

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