15 de mai de 2013

Descobertos os sabotadores dos trens em São Paulo: Geraldo Alckmin e seu governo


Inimigo nº 1 de São Paulo.

Obras que evitariam pane em trens da CPTM atrasam até dois anos e meio.
Via jornal do “seu Frias”
Atrasos, lentidões e outros problemas enfrentados com frequência nos últimos meses em trens da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) poderiam ter sido amenizados se obras essenciais não estivessem atrasadas há mais de dois anos, algumas sem previsão de retomada.
São 12 obras com atraso médio de um ano e oito meses, destinadas a modernizar trilhos, vias aéreas e sistemas de energia, um dos problemas crônicos da rede hoje, cheia e sobrecarregada.

Elas ocorrem nas linhas 7 – Rubi (Luz-Francisco Morato), 8 – Riamante (Júlio Prestes-Itapevi), 9 – Esmeralda (Osasco-Grajaú), 10 – Turquesa (Brás-Rio Grande da Serra) e 11 – Coral (Luz-Guaianazes-Estudantes), esta a mais movimentada da rede.
Só na semana passada, ao menos duas falhas no fornecimento de energia atrapalharam a circulação de trens em São Paulo, uma na linha 7, outra na linha 11. Elas foram causadas pelo fato de a oferta de energia não ser suficiente para atender à demanda – e, também, por desgaste das redes aéreas que fornecem energia aos trens.

Na quarta-feira, dia 8, a Folha estava na linha 11 no momento de uma dessas falhas, que ocorreu em uma subestação de energia em Calmon Viana, em Poá (Grande São Paulo) e afetou a circulação de trens durante 50 minutos.

Dependem dessa linha os passageiros que vivem em cidades e bairros da região leste e trabalham em São Paulo. O trem em que estava a farmacêutica Thais Vigiano, 25, levou uma hora e 11 minutos de Guaianazes à Luz; a viagem normal leva menos da metade do tempo. A demora não é incomum, diz. “Já passei mal algumas vezes por falta de ar.”

CPTM05_Reformas
São duas as obras de reformas em vias aéreas e trilhos na linha 11. Uma está atrasada há dois anos e três meses; a outra, há 39 dias. Problemas recorrentes de energia elétrica também afetam a linha 9 que corre paralela à marginal Pinheiros.

Nela, uma obra em um sistema que monitora e repara à distância falhas em subestações excedeu em 492 dias o prazo de conclusão: deveria terminar em janeiro de 2012, mas a nova previsão é janeiro de 2014.

SINTONIA FINA - @riltonsp  
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