19 de mar de 2013

GRAÇA: "DESQUALIFICAÇÃO DA PETROBRAS NÃO SE SUSTENTA"


"É completamente descabida qualquer ilação que possa desqualificar a Petrobras sobre a ótica de sua capacidade para produzir o pré-sal no Brasil. A produção está posta: são 300 mil barris de petróleo por dia", disse a presidente da estatal, Graça Foster, durante apresentação do Plano de Negócios e Gestão 2013-2017 da empresa a investidores; segundo o plano, a produção de petróleo extraído do pré-sal deve superar 1 milhão de barris em 2017; na semana passada, PSDB organizou seminário para bater na gestão da estatal...



247 - "Queremos reestatizar a Petrobras, que foi partidarizada pelo PT", provocou o senador Aécio Neves (PSDB-MG) durante o  seminário 'Recuperar a Petrobras é o Nosso Desafio', organizado na semana passada pelo PSDB na Câmara dos Deputados. No mesmo dia, a presidente da estatal, Graça Foster, respondeu às críticas por meio de nota publicada no site da liderança do PT na Câmara. Uma semana depois, a resposta vem de forma mais contundente: "Essa desqualificação não se sustenta".
Durante apresentação do Plano de Negócios e Gestão 2013-2017 a investidores, no Rio de Janeiro, Graça Foster destacou que a produção de petróleo extraído da camada pré-sal pela empresa no Brasil deve superar 1 milhão de barris em 2017 e criticou as tentativas de desqualificar a gestão da estatal.
Segundo a presidente da Petrobras, a produção do pré-sal chegou a 300 mil barris por dia em fevereiro deste ano. Ela ressaltou que a empresa levou apenas sete anos para atingir essa marca. Na Bacia de Campos, por exemplo, foram necessários 11 anos, na porção americana do Golfo do México, 17 anos, e no Mar do Norte, nove anos.
"Considero que é completamente descabida qualquer ilação que possa desqualificar a Petrobras sobre a ótica de sua capacidade para produzir o pré-sal no Brasil. Essa desqualificação não se sustenta. A produção está posta: são 300 mil barris de petróleo por dia", disse.
O plano prevê ainda que a produção chegará a 2,1 milhões de barris de petróleo em 2020. Entre os desafios tecnológicos já superados, segundo Graça Foster, estão a redução do tempo necessário para preparar um poço e a realização de sísmicas (buscas) de alta resolução, que garante mais sucesso exploratório.

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