18 de jul de 2012

Por que a Fiesp não pede ajuda a Alckmin?

Veja aqui o que o Partido da Imprensa Golpista (PIG- Partido da Imprensa Golpista) não mostra!





O desastre administrativo, em todas os setores, do governo tucano paulista, tem-se manifestado, nos últimos dias, de modo mais contundente na área da segurança pública. A guerra entre as polícias, especialmente a Polícia Militar, e o bando criminoso denominado Primeiro Comando da Capital, o famigerado PCC, atinge níveis extremos e só não afeta mais a vida do cidadão comum porque os órgãos de comunicação dão pouco destaque aos gravíssimos fatos que se registram dia após dia na Grande São Paulo e em várias cidades do interior.

Essa posição de blindar o governo tucano se estende, obviamente, a qualquer fato que possa arranhar a imagem de bons administradores que foi construída, por meio de uma eficaz propaganda, durante o longo tempo em que o PSDB fincou sua bandeira no território paulista.
É como se a violência promovida por bandidos e policiais, assim como o caos viário paulistano, a deterioração do já sucateado sistema de transporte urbano, a ineficiência dos serviços de saúde e da educação, a falta de moradias, tudo isso não tivesse nada a ver com a atuação dos vários governadores tucanos e dos Malufs, Pittas e Kassabs que estiveram a passeio pela prefeitura da capital.

É como se todos esses enormes problemas brotassem via geração espontânea, assim do nada, e não fossem a consequência inevitável de administrações no mínimo inaptas e incompetentes.
São Paulo, graças a essa turma, está cedendo terreno em todos os campos.

O pretensioso lema que o Estado adotou, o "Non ducor duco" ('Não sou conduzido, conduzo"), vai perdendo o sentido a cada notícia de que a famosa classe empresarial paulista, em vez de reagir com ações efetivas e contundentes à crise econômica global que já afeta o Brasil, prefere choramingar e pedir mais e mais benesses da União, se esquecendo que uma grande ajuda poderia ser dada pelo próprio governo do Estado em que se abrigam.

Por que não têm, com o governo Alckmin, que permanece completamente inativo em relação à crise econômica, a mesma contundência que exibem quando pedem ações do governo federal?
Será que o governo paulista não tem nada, absolutamente nada, a fazer para contribuir com o esforço dos nossos valentes empresários para sair das dificuldades que eles alegam ter neste momento?

Será que o governo tucano paulista é assim tão insignificante que não possa ajudar com uma medidazinha sequer os seus inúmeros amigos empresários que, agora, parecem conviver com as dores insuportáveis de um suplício infindável?
Será que São Paulo não estaria melhor se em vez da pusilanimidade dos seus governantes das últimas décadas, seus negócios públicos tivessem sido conduzidos por gente mais preocupada com o bem-estar e o progresso social da população?
Será, por fim, que São Paulo merece passar por um vexame desses?


Sintonia Fina
- com Crônicas do Motta

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