4 de jun de 2012

O que é “uma gelada no Gurgel” ?


Veja aqui o que o Partido da Imprensa Golpista (PIG) não mostra!



Amigo navegante achou esta preciosidade no fundo do baú da CPI.

Eis o seu relato:

Uma série de ligações entre Carlos Cachoeira, Cláudio Abreu e o Senador Demóstenes Torres, entre os dias 11 e 12 de junho de 2011, confirma a versão do engenheiro Luiz Antonio Pagot, ex-diretor do DNIT, na revista IstoÉ – “60% do Robanel seriam do Cerra”, – sobre um jantar que teria acontecido na casa de Cláudio Abreu.


Os telefonemas entre Carlinhos Cachoeira, Demóstenes Torres e Cláudio Abreu, da Delta, tinham como objetivo blindar Demóstenes de uma possível retaliação de Pagot.


O ex-chefe do DNIT se preparava para dar um depoimento à Comissão de Infraestrutura do Senado, em 12 de julho de 2011.


Pagot havia sido afastado do cargo por uma série de denúncias e Demóstenes, então Bastião da Ética no PiG (*), temia ser desmascarado no depoimento.


O auxilio teria vindo do senador Blairo Maggi.


Segundo Cachoeira, “é o Blairo quem manda nele [Pagot] uai”, a recomendação era para que o Catão do Cerrado (não confundir com o “Catão dos Pinhais”) ficasse tranquilo.


Cachoeira pergunta se Pagot quer que o Senador faça alguma pergunta.


Pagot manda dizer através de um intermediário, Acácio, que não precisa do favor do Senador.


O depoimento será meramente técnico.


Em meio à negociação, Demóstenes e Cachoeira fazem duas citações enigmáticas ao brindeiro Gurgel.


A primeira no dia 11 de junho, a segunda no dia seguinte.


Cachoeira diz a Demóstenes que precisa dar uma “gelada no Procurador Geral”.






Sintonia Fina
- com O Conversa Afiada

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