30 de dez de 2011

Zé Cardozo não consegue defender Dilma, a homicida


Saiu no Globo, na manchete da primeira página e na página três texto que leva o incauto leitor à suposição de que a Presidenta Dilma induz ao homicídio, crime previsto no Código Penal:


“Governo engaveta projeto de redução de assassinatos e contraria Conselho de Segurança”


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Comentário de PHA, totalmente corroborado pelo A Sintonia Fina 


A notícia é inverossímel em seus próprios termos.

Na verdade, segundo o Globo, que é capaz de qualquer coisa para derrubar um Presidente trabalhista, trata-se do adiamento da preparação de um plano que exige o apoio dos governadores.
É uma hipótese dentro de uma possibilidade.

Que enfrenta comportamentos diferentes dos governadores.
Em São Paulo, por exemplo, aumentou o número de homicídios e de latrocínios (na versão do Estadão).
Embora, para a Folha (*), como se sabe, São Paulo seja uma Chuíça (**).

No Rio, ao contrário, o número de homicídios cai consistentemente, por causa das UPPs, obra do governo do Estado e da Dilma e do Nunca Dantes.

Porém, de certa forma, o Globo encontra campo fértil para disseminar o pânico e estimular uma onda de homicídios.

Porque, da praia de Inema, em Salvador, a Presidenta, com o neto, trama uma onda de homicídios no Jardim Botânico, no Rio.

Porque, na mesma página, o ministro da Justica, o Zé Cardozo – por que os amigos do Dantas o chamam de Zé – não consegue articular uma oração subordinada completa em defesa dos programas de Segurança do Governo.

“Segurança pública exige uma avaliação global”, é uma das platitudes com que ele pretende defender o Governo da fúria piguenta.

Na cadeira de Ministro da Justiça já estiveram Nabuco de Araujo, Tancredo Neves, que defendeu Vargas até horas antes de o PiG desfechar o tiro no peito, Petronio Portela e José Carlos Dias, aquele que se coloca no ponto mais alto do Panteão Ministerial.

Ali está, agora, um ex-consultor de Daniel Dantas e, ainda por cima, mediocre.

Viva o Brasil !


Sintonia Fina



"O jornalismo é, antes de tudo e sobretudo, a prática diária da inteligência e o exercício cotidiano do caráter"
(Cláudio Abramo)

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