22 de nov de 2011

Dilma nomeará para o STJ quem o STJ investiga ?

O Sintonia Fina reproduz o Conversa Afiada...


A Veja adora notícia de grampo

Leia “Peluso e Pargendler. Viva (a Justiçad)o Brasil !”.

O Presidente do STJ – aquele tribunal que sepultou provisoriamente as Operações Satiagraha e Castelo de Areia – tenta emplacar numa vaga do STJ a cunhada Desembargadora Suzana Camargo, do TRF (Tribunal Regional Federal) da 3ª. Região, com sede em São Paulo.

Acontece que um advogado amigo navegante – não é só o Daniel Dantas que tem 1001 advogados amigos … -  telefonou logo cedo nesta manhã de terça feira.

- Você sabia que o STJ investiga se a Suzana Camargo teve um procedimento criminoso ?

- Como ? Que absurdo é esse ?

- Simples, ansioso blogueiro. O Fausto De Sanctis pediu ao STJ para julgar: ou ele, De Sanctis, cometeu o crime de fazer um grampo ilegal contra o Gilmar Mendes. Ou a Suzana Camargo cometeu um crime contra a honra dele, De Sanctis, por dizer que o de Sanctis grampeou o Gilmar Mendes.

- Barrabás !

- Sim. Pois é. Eu li na Folha agora de manhã que o Pargendler quer levar ela para o STJ e me lembrei disso. Ela vai ser nomeada para o Tribunal que julga se ela cometeu um crime !

- Barrabás !

Vamos recordar esse sinistro episódio, amigo navegante.

No auge da crise desfechada pelas duas prisões do banqueiro condenado Daniel Dantas,  surgiram dois grampos aparentemente fictícios e os dois envolvem a imaculada figura de Gilmar Dantas (*).

Um, o grampo sem áudio, de um telefonema entre Gilmar Dantas (*) e o senador Demóstenes Torres.

Apesar dos incansáveis esforços do Dr Luiz Fernando Corrêa, então diretor-geral da Policia Federal (ex-Republicana), a PF jamais achou o áudio do grampo.

Seria uma contribuição do Gilmar Dantas (*) à Civilização Ocidental: um grampo sem áudio.

Outra contribuição dele à Magistratura Ocidental foi dar dois HCs Canguru em 48 horas ao banqueiro condenado a 10 anos de cadeia.

O outro grampo que surgiu na esteira da crise profunda que foi a prisão de Daniel Dantas é esse da Suzana Camargo.

De Sanctis teria grampeado Gilmar Dantas (*).

Esse foi um dos motivos por que Gilmar Dantas (*) passou a perseguir De Sanctis de forma implacável, do alto de duas soberanas cadeiras – a de Presidente Supremo do STF e a de Supremo Presidente do CNJ.

Vamos tentar, amigo navegante, introduzir nessa edificante narrativa um outro Juiz, o Ali Mazloum, também indissoluvelmente ligado a Gilmar Dantas (**).

Aí estavam no Conversa Afiada Ali Mazloum, Gilmar Dantas (*) e Suzana Camargo:

QUEM É ALI MAZLOUM. O QUE DEVE A GILMAR


6/XI/2008


Quem é Ali Mazloum. O que deve a Mendes.


Como Mazloum e Mendes querem chegar a De Sanctis


O Conversa Afiada recebeu de uma fonte no Poder Judiciário – e ainda há um Poder Judiciário que o brasileiro pode respeitar – o e-mail que se segue. Sem comentários:


O juiz federal Ali Mazloum, que autorizou a busca e apreensão pedida pela PF, a despeito da oposição do Ministério Público, é aquele que graças a voto de Gilmar Mendes foi excluído da ação penal por formação de quadrilha, da chamada Operação Anaconda.


Seu colega Luis Nassif defendeu, à época, Ali Mazloum, comparando com caso Dreyfus. Defendeu alguém sem saber todo o conjunto de fatos e indícios.


Ali Mazloum é ligadíssimo a Suzana Camargo, a desembargadora federal que disse a Gilmar que Fausto di Sanctis grampeara o gabinete do presidente do STF.


Um favor aqui, outro favor ali, sem qualquer trocadilho.


É uma trama descarada para ainda chegar ao juiz Fausto Di Sanctis.


(“Chegar” quer dizer “transferir”, “assassinar o carater”, “desmoralizar”, “escrever sobre no Coinjur”, “impedir que sentencie Dantas” etc etc – PHA)


Quem viver, verá.


Viva (a Justiça d)o Brasil !

 

Sintonia Fina - PHA

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